Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 09h34.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

03/01/2017 - 10h23min. Alterada em 03/01 às 10h36min

Cobre opera em alta impulsionado por PMI industrial da China

Os preços do cobre operam em alta nesta terça-feira (3) impulsionados pelo dado mais forte de indústria na China.
O preço do cobre de três meses da London Metal Exchange (LME) subia 1,45% no comércio europeu no meio da manhã, a US$ 5.596,00 por tonelada métrica, maior nível em duas semanas. Às 10h04min (de Brasília), o cobre para entrega em março avançava 1,04%, a US$ 2,5315 por libra-peso, na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova Iorque (Nymex).
O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial da China, medido pela Caixin Media, que examina as atividades econômicas das pequenas empresas, subiu para 51,9 em dezembro, de 50,9 em novembro, ficando fora do território de contração pelo quinto mês seguido, e no maior nível desde janeiro de 2013.
O número atenuou as preocupações de que a economia chinesa estava desacelerando novamente. Durante o fim de semana, foi divulgado que o PMI de manufatura oficial da China, que pesquisa grandes empresas estatais, teve uma queda de 0,3 ponto porcentual para 51,4 em dezembro, comparado a um máximo de dois anos em novembro. Este foi o primeiro deslizamento na leitura do PMI nos últimos cinco meses, "o que sugere um moderado abrandamento no crescimento da atividade industrial do país, após um período de melhora", observou o Morgan Stanley.
A sustentação adicional vem em meio à valorização acentuada do petróleo, que sobe mais de 2%. O petróleo influencia o cobre, uma vez que as duas commodities são frequentemente negociadas por fundos na mesma cesta, com uma maior parcela alocada ao petróleo.
Entre outros metais básicos, o alumínio subia 0,4%, a US$ 1.695 a tonelada, o chumbo avançava subiu 0,1%, a US$ 2.017 por tonelada, o níquel tinha alta de 1,3%, a US$ 10.185 por tonelada e o zinco valorizava 0,4%, a US$ 2.578 por tonelada. O estanho, por outro lado, recuava 0,1% a US$ 20.955 a tonelada.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia