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Porto Alegre, segunda-feira, 02 de janeiro de 2017. Atualizado às 13h23.

Jornal do Comércio

Economia

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consumo

Alterada em 02/01 às 14h25min

Consumo de papéis tissue cresce 38% no Brasil em 10 anos, revela Pöyry S

O consumo de papéis tissue (lenços de papel, papéis-toalha e papel higiênico) cresceu 38% no período entre 2005 e 2015 no Brasil, de acordo com estudo da multinacional finlandesa de consultoria e serviços de engenharia Pöyry. Em 2005, o consumo per capita era de 3,9 quilos, passando para 5,4 quilos no ano passado.
O estudo revela ainda que o consumo aparente era de 730 quilos em 2005 e atingiu 1.009 quilos em 2015, um avanço de 50,4%.
Apesar da evolução na década, a consultoria destaca que a demanda permanece baixa, mesmo no contexto da América do Sul, onde Chile, México, Argentina e Venezuela apresentavam consumos maiores do que o Brasil tem hoje já em 2012.
"Existe uma forte correlação entre os níveis de renda e o consumo de papeis sanitários. Além disso, estes números são compatíveis com o processo de urbanização e com o aumento do padrão de consumo da população brasileira, que pode ser verificado, inclusive, pelo pequeno decréscimo registrado de 2014 para 2015", destaca o gerente de Estudos Econômicos da Pöyry, Manoel Neves.
A produção evoluiu de 778 quilos para 1.114 quilos, crescimento de 43,2%. O Brasil é o 5º maior país em termos de capacidade instalada para produção de papéis tissue, segundo a Pöyry, atrás apenas de China e Estados Unidos, que juntos representam 44% da produção mundial, e com produção muito próxima de Japão e Itália. Estes cinco países respondem, atualmente, por 59% da produção mundial de tissue.
Hoje, 80 empresas fabricam tissue no Brasil. Os Estados de São Paulo, Santa Catarina e Paraná respondem por 76% da produção nacional. Por região, é a Sul que domina o setor, com 43% de todo o papel tissue fabricado no Brasil.
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