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Porto Alegre, segunda-feira, 23 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h48.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 24/01/2017. Alterada em 23/01 às 21h25min

Explica Moraes

Deputado Federal Paulo Pimenta visita o JC.Foto Flavia de Quadros - 22/07/2004

Deputado Federal Paulo Pimenta visita o JC.Foto Flavia de Quadros - 22/07/2004


FLAVIA DE QUADROS/ARQUIVO/JC
O deputado federal gaúcho Paulo Pimenta (PT) enviou requerimento de informações ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes (PSDB), sobre a crise no sistema penitenciário. O documento contém mais de 18 perguntas detalhadas e foi assinado também por outros dois deputados petistas - Padre João (MG) e Wadih Damous (RJ). Os parlamentares afirmam que "o descontrole do Estado brasileiro sobre um sistema penitenciário gerido em conjunto, por ação ou omissão, com o crime organizado, ameaça espalhar-se como rastilho de pólvora pelo País, sem uma efetiva coordenação de esforços por parte do governo federal e das instituições do Poder Judiciário". Entre os problemas citados pelos membros da Comissão de Direitos Humanos e Minorias estão a "existência e a disputa de organizações criminosas, punitivismo como resposta para exclusão social, encarceramento excessivo, gestão penitenciária defeituosa e privatização dos presídios".
Fechamento de portos secos
A informação de que os portos secos de Uruguaiana e Santana do Livramento seriam fechados fez com que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apressasse em veicular uma nota à imprensa. A nota aponta que o "desalfandegamento" (devolução da permissão de área de alfândega) solicitado pela concessionária ALL é um procedimento realizado junto à Receita Federal e que o transporte ferroviário de cargas "permanecerá sendo prestado normalmente de forma contínua e regular".
Agricultura piorou em 2016
O Valor Bruto da Produção (VBP) das lavouras gaúchas caiu R$ 250,22 milhões (de R$ 39,88 bilhões em 2015 para R$ 39,63 bilhões no ano passado), de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As quedas foram identificadas desde as lavouras mais tradicionais do Estado, como, por exemplo, arroz e fumo, até culturas menores, entre elas, amendoim, cana-de-açúcar, tomate, mandioca e uva.
Estado arrozeiro
Em todo o País, o VBP do arroz em 2016 foi de R$ 10 bilhões, sendo que R$ 6,8 bilhões foram gerados no Rio Grande do Sul. Mais precisamente, 68,44% do total brasileiro foi proveniente do Estado. Este número já foi maior em 2013, quando os gaúchos alcançaram o VBP do arroz correspondente a 69,38% do total nacional. O ano de 2013 foi o melhor para a rizicultura gaúcha na história recente, com a produção ficando acima dos R$ 8 bilhões.
Apostas e pecuária
Os produtores podem apostar, em 2017, em culturas que já estavam bem no ano passado. As culturas de trigo e cebola quase dobraram o VBP entre um ano e outro. O valor bruto da produção pecuária no Rio Grande do Sul também diminuiu de R$ 19,3 bilhões para R$ 18,2 bilhões entre 2015 e 2016. As apostas aqui vão para as produções de frango, leite e ovos que ampliaram o VBP ou se mantiveram próximos à estabilidade. Já no caso de bovinos e suínos, a situação é diferente, houve queda nos valores quando comparados a 2015.
Curta
- O Ministério da Integração Nacional liberou R$ 3,8 milhões para reconstrução de uma ponte danificada por uma enxurrada e obras de contenção sob o Arroio Hermes, em Agudo.
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