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Porto Alegre, domingo, 01 de janeiro de 2017. Atualizado às 22h09.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 02/01/2017. Alterada em 01/01 às 23h11min

O ano que chega

Se 2016 foi instável e imprevisível, 2017 será pior. A crise política deverá se aprofundar no ano que começa. A erosão da popularidade do presidente Michel Temer (PMDB), que nunca foi alta, está quase negativa. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também pode cassar a chapa que Temer compôs como vice ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Com uma crise atrás da outra batendo à porta do Palácio do Planalto, Temer confidenciou, nos últimos dias, que não esperava enfrentar tantos percalços no caminho. "Estou cansado de apanhar injustamente", desabafou. O receio do PMDB, agora, é de que a "tempestade perfeita", composta por problemas tanto na política como na economia, ponha em risco o mandato de Temer. No Congresso, a oposição calcula que, quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki homologar os depoimentos, por volta de março, o governo enfrentará mais sobressaltos.
Crise de todos
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