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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de janeiro de 2017. Atualizado às 13h55.

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Sistema Carcerário

Notícia da edição impressa de 17/01/2017. Alterada em 16/01 às 21h51min

'Pessoas não foram feitas para serem segregadas', diz Valois

Para juiz, quanto menos pessoas na prisão, melhor

Para juiz, quanto menos pessoas na prisão, melhor


DIVULGAÇÃO/JC
Laura Franco, especial
Foi através de uma ligação do secretário de Segurança Pública do Estado do Amazonas que o juiz Luís Carlos Valois, da Vara de Execução Penal de Manaus, foi chamado para a negociação durante a rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Ele afirma não entender por que sua atuação naquele dia é tão questionada. "Minha participação não foi tão importante assim", comenta.
Mesmo que pense assim, Valois entrou em contato direto com os presos, após longas horas de comunicação apenas por rádio. Para ele, no entanto, isso não salvou a vida de nenhum detendo. "Os presos que foram assassinados já estavam todos mortos. Se salvei a vida de alguém, foi de refém, porque havia dez quando eu cheguei", relembra. A partir daquele momento, algumas negociações foram feitas, entre elas, de que não haveria mais fuga para o semiaberto e que os detentos liberariam três reféns. O juiz comenta que as negociações serviram para que as autoridades decidissem sobre as reivindicações dos presos. Entre os pedidos, o desejo que a tropa de choque não entrasse no estabelecimento e que nenhum preso fosse transferido para a Penitenciária Federal. "Depois de um tempo, a polícia disse que teria que entrar, e expliquei a eles que não podia impedir as transferências, já que se tratava de um procedimento judicial", conta. Às quatro horas da manhã, os detentos cederam e, às sete, liberaram todos os reféns.
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