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Porto Alegre, terça-feira, 07 de fevereiro de 2017. Atualizado às 20h48.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

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Tributação

Notícia da edição impressa de 08/02/2017. Alterada em 07/02 às 20h30min

Novo Simples Nacional não agrada, aponta pesquisa do Sescon/SP

Aprovada no final do ano pelo presidente Michel Temer, a Lei Complementar nº 155/2016 trouxe importantes alterações ao Simples Nacional, como ampliação do teto de faturamento e o aumento do prazo para parcelamento de dívidas tributárias. O pacote de medidas foi apelidado de "Crescer sem medo", mas não agradou muito, segundo enquete do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e de Assessoramento no Estado de São Paulo (Sescon/SP), realizada com mais de 300 empresários de contabilidade.
De acordo com o levantamento, 40% dos entrevistados reconhecem o parcelamento em até 120 meses como ganho real, mas um Refis com a redução significativa de multas e juros seria mais útil neste momento de crise. Para outros 29%, as mudanças são, na verdade, uma armadilha para o futuro: ao longo do tempo as vantagens do Simples serão perdidas e os micro e pequenos empresários poderão ficar sem saída.
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