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Porto Alegre, domingo, 29 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h15.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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empreendedorismo

Notícia da edição impressa de 30/01/2017. Alterada em 27/01 às 18h35min

Negócios começam após os 50

Depois de trabalhar em diversas empresas e até para secretarias públicas em Belém (PA), o economista Celso Guimarães, de 65 anos, se viu desocupado pela primeira vez em quase 40 anos. Para preencher o tempo e complementar a renda da aposentadoria, que recebe há sete anos, ele montou um escritório em casa e abriu uma franquia da corretora de seguros Seguralta. "Queria uma atividade na minha residência e na qual eu fosse usado mais intelectualmente do que fisicamente", conta.
Após muita pesquisa de mercado para escolher a empresa, Guimarães fez um curso on-line e outro presencial antes de abrir a franquia, em agosto deste ano. O investimento de R$ 35 mil veio da venda de um carro e de um empréstimo consignado. "A única reserva que eu fiz para o futuro foi a contribuição para a Previdência Social", diz ele, que atualmente recebe quatro salários-mínimos. "Quis buscar um jeito de complementar a renda, que teve queda significativa."
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