Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 18 de dezembro de 2016. Atualizado às 17h35.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

reestruturação do estado

18/12/2016 - 18h30min. Alterada em 18/12 às 18h37min

Vigília no Jardim Botânico defende manutenção da Fundação Zoobotânica

Servidores da FZB fizeram ato durante 24h no Jardim Botânico

Servidores da FZB fizeram ato durante 24h no Jardim Botânico


Claudio Fachel/Curicaca/divulgação/jc
Servidores da Fundação Zoobotânica (FZB) realizaram uma vigília de 24 horas no Jardim Botânico de Porto Alegre em defesa da instituição de pesquisa científica e educação ambiental do Estado. Entre a tarde de sábado e a de domingo, os funcionários protestaram contra o fechamento da FZB, uma das instituições ameaçadas de extinção no pacote de José Ivo Sartori.
De acordo com a FZB, o projeto de lei do governo gaúcho colocará em risco a manutenção de serviços fundamentais, como a extração de veneno de cobras para a produção de soro antiofídico – e as políticas públicas de proteção à natureza no Estado.
Durante a vigília, a fachada do Jardim Botânico que dá para a avenida Salvador França foi iluminada com tochas e recebeu faixas e cartazes pedindo a manutenção do espaço.
Os servidores da fundação aproveitavam as visitas ao local, que estavam liberadas, para informar sobre o orçamento da FZB, que representa 0,04% do total de dispêndios do Estado do Rio Grande do Sul. Em contrapartida, a fundação alega que capta anualmente milhares de reais em editais de pesquisa nacionais e internacionais.
Num passeio ao Jardim Botânico, visitantes criticaram a proposta de extinção da FZB. Uma professora de Canoas levou alunos autistas pela primeira vez ao local. Enquanto isso, estudantes de Veterinária da Austrália faziam viagem de estudos e conheciam a coleção de serpentes. O veneno extraído de jararacas, cruzeiras, corais e cascavéis abastece o Instituto Vital Brasil, para produção de soro antiofídico, medicação utilizada para combater os efeitos letais da picada de cobras peçonhentas. É um trabalho único no sul do Brasil, segundo a instituição.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia