Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 29 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h33.

Jornal do Comércio

Opinião

COMENTAR | CORRIGIR

Artigo

Notícia da edição impressa de 30/12/2016. Alterada em 29/12 às 22h33min

É preciso repatriar ativos e bens do exterior

Nelson Lacerda
A segunda fase do Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (Rerct) é bem-vinda. Chegou o momento de votar mudanças na Lei nº 13.254/16. Pois o governo federal estimava arrecadar R$ 100 bilhões, mas obteve R$ 50 bilhões. A quantia esperada deveria aliviar as contas públicas que sofrem com rombos bilionários. Os valores seriam alcançados se houvesse incentivo à repatriação.
O Rerct é a declaração voluntária de recursos, bens e direitos de origem lícita, não declarados ou declarados com omissão ou incorreção de dados essenciais, remetidos ou mantidos no exterior, ou ainda repatriados por residentes ou domiciliados no País. Ainda legaliza empresas offshore, que têm grande oportunidade de ocupar o vácuo nos investimentos de infraestrutura e licitações que o Brasil precisa para gerar 10 milhões de empregos e modernizar áreas sucateadas.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia