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Porto Alegre, quarta-feira, 28 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h53.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 29/12/2016. Alterada em 28/12 às 22h51min

Vamos abrir mão do quê?

Angelo Garbarski
A estas alturas, a ficha já deveria ter caído. Uma observação superficial da situação ao nosso entorno evidencia a absoluta falência da máquina estatal - e em seus três níveis: União, estados e prefeituras. Atrasos no pagamento do funcionalismo, escassez de recursos para enfrentar a violência, estradas em péssimas condições, falta de credibilidade no mercado externo para atrair investimentos. O déficit gera reflexos brutais na vida de todas as pessoas, sem exceções. Porém nem essa constatação é suficiente para unir a população em um esforço para retomar a normalidade. Qualquer tentativa de equilibrar as finanças desperta manifestações contrárias e veementes de corporações e de setores da academia. Após ouvir opositores do ajuste fiscal, fica parecendo que toda a estrutura é absolutamente imprescindível. Será mesmo?
Qual a razão tão nobre e oculta para a existência de uma gráfica pública, sendo que a iniciativa privada oferece mais qualidade a menos custo? Para a população carente e dependente do Estado, é mais importante a manutenção de diversas fundações ou investimentos em hospitais? É melhor ter custos sob limite ou o descontrole que vemos até hoje, com toda a sociedade pagando a conta? Em suma, vamos abrir mão do quê?
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