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Porto Alegre, sexta-feira, 23 de dezembro de 2016. Atualizado às 00h06.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 23/12/2016. Alterada em 23/12 às 01h06min

Imposto sindical

Edson Prado Machado
Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que pode acabar com o Imposto Sindical, contribuição obrigatória prevista em uma lei datada de 1940 e que retira compulsoriamente o equivalente a um dia de trabalho de cada trabalhador, independentemente de ser ou não sindicalizado, para financiar o sindicato de sua categoria econômica ou profissional. Este imposto, arrancado por bem ou por mal do trabalhador, financia cada um dos mais de 2 mil sindicatos existentes no Brasil e permite, sobretudo, que dirigentes sindicais, alguns deles há mais de 20 anos na presidência de suas entidades, continuem desfrutando de mordomias sequer imaginadas pelos trabalhadores que os financiam.
O fim do Imposto Sindical irá democratizar algumas entidades sindicais e permitirá uma organização horizontal de seus associados. Permitirá igualmente gestões mais transparentes e menos comprometidas com o poder absoluto e perdulário de seus dirigentes, que enriquecem, se apropriam destas entidades e desdenham dos órgãos fiscalizadores, que não se entendem, se confundem e são permissivos. As mudanças, que sacodem o Brasil e trazem esperanças à população, precisam ser replicadas nas bases, encorajadas e, sobretudo, compartilhadas em todos os níveis de organização social e econômica. É necessário passar a limpo muitos sindicatos, federações, centrais e outras organizações ditas representativas dos trabalhadores ou classes profissionais. É necessária uma organização efetiva e autêntica, competente e liberal, para passar a limpo as gestões sindicais unipessoais, dissimuladas e duvidosas. Chega de o trabalhador pagar o pato. O fim do Imposto Sindical afastará os maus dirigentes sindicais e lançará muitas verdades, e a verdade sempre faz bem à saúde das instituições.
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