Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 28 de dezembro de 2016. Atualizado às 16h43.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 28/12 às 17h45min

Ouro fecha em alta pela terceira sessão consecutiva

O contrato futuro de ouro fechou em alta nesta quarta-feira (28) pela terceira sessão consecutiva, influenciado por dados econômicos negativos dos EUA e por um recuo do dólar frente aos seus principais rivais.
O ouro para fevereiro, negociado na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em alta de 0,18%, a US$ 1.140,90 por onça-troy.
Hoje, a Associação Nacional dos Corretores (NAR, na sigla em inglês) informou que as vendas pendentes de imóveis caíram 2,5% em novembro na comparação com o mês anterior. O índice da NAR passou de 110,0 para 107,3 no período. O resultado contrariou a previsão dos analistas, de alta de 0,5%. Além disso, o dólar, que subia ante seus principais rivais, perdeu força ao longo da sessão, influenciando os preços do ouro.
A baixa volatilidade devido às festas de fim de ano também influi nos preços do ouro, de acordo com alguns analistas. Além disso, "não há muitas notícias atualmente que conduzam o ouro a qualquer direção", disse a analista Helen Lau, da Argonaut.
Os investidores também esperam que o ouro seja negociado a um valor menor no futuro devido à sinalização do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) de que irá aumentar os juros três vezes por ano até 2019, na esteira de sinais dados pelo presidente eleito, Donald Trump, de que poderá elevar a inflação com um aumento de gastos com infraestrutura e cortes de impostos. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia