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Porto Alegre, terça-feira, 27 de dezembro de 2016. Atualizado às 18h04.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 27/12 às 19h05min

Após sessão volátil e com giro baixo Bovespa termina em leve alta

A volta dos mercados norte-americanos e europeus após o feriado de Natal ajudou a impulsionar um pouco o volume da Bovespa nesta terça-feira (27), mas ainda assim o dia foi de giro baixo e falta de notícias relevantes. "Nos últimos dias o mercado só tem arrastado corrente", diz um operador. "O pregão de hoje é só para cumprir tabela", acrescenta outro profissional da área.
O Ibovespa terminou com alta de 0,13%, aos 58.696,69 pontos, depois de ter oscilado entre a mínima de 58.402,38 pontos (-0,37%) e a máxima de 59.067,68 pontos (+0,76%). O volume de negócios somou R$ 3,55 bilhões. Entre as blue chips, Petrobras (ON -0,24% e PN -0,07%) caiu mesmo com o avanço do petróleo, enquanto Vale (ON -0,50% e PN +1,23%) teve um desempenho melhor, ajudada pela valorização do minério de ferro.
Os bancos (Itaú PN -0,06% e Bradesco PN -0,97%) também fecharam no vermelho, com o setor financeiro europeu mais uma vez azedando o sentimento ao redor do mundo.
"Agora temos de esperar para ver como vai ser o começo de 2017, com o governo de Donald Trump nos EUA e a Lava Jato por aqui", comenta o operador citado acima. Segundo ele, a operação realizada nesta terça pela Polícia Federal, a pedido do Tribunal Superior Eleitoral, colaborou para um certo mal-estar no mercado. A ação faz parte do processo que investiga supostas irregularidades na campanha da chapa Dilma-Temer em 2014 e que poderia culminar na cassação do atual presidente.
A PF realizou uma operação para verificar a capacidade de empresas subcontratas por gráficas que receberam valores da campanha de Dilma e Temer em 2014. A ação foi autorizada pelo ministro Herman Benjamin, relator do processo no TSE. Estão na mira empresas que foram contratadas pela gráficas Red Seg Gráfica, Focal e Gráfica VTPB.
No noticiário do dia, o Banco Central informou que o setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção da Petrobras e Eletrobras) apresentou déficit primário de R$ 39,141 bilhões em novembro. O resultado ficou dentro das estimativas de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast, cuja mediana era de rombo de R$ 38,700 bilhões. Mesmo assim, o déficit foi o pior resultado da série histórica para meses de novembro.
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