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Porto Alegre, segunda-feira, 19 de dezembro de 2016. Atualizado às 16h40.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 19/12 às 17h43min

Queda do dólar e atividade ruim ajudam na queda das taxas de juros

Os juros futuros fecharam em queda nesta segunda-feira (19) acompanhando a retração do dólar e a baixa nos juros dos Treasuries. Além disso, sinais negativos sobre a atividade doméstica colaboraram para a redução dos prêmios ao longo da curva, em especial na ponta longa.
Ao fim da sessão regular na BM&FBovespa, o contrato de depósito financeiro (DI) para abril de 2017 (215.025 contratos) marcava 13,03%, de 13,06% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2018 (123.355 contratos) mostrava 11,66%, ante 11,72%. O vencimento para janeiro de 2019 (116.355 contratos) indicava 11,29%, de 11,36%. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2020 (29.035 contratos) estava em 11,54%, de 11,6%.
A pesquisa Focus, do Banco Central, mostrou nesta segunda que as projeções para o PIB de 2017 caíram para 0,58%, de 0,70% uma semana antes. Ao mesmo tempo, a expectativa para o IPCA permaneceu em 4,90%. Enquanto isso, o dólar caía 0,50% às 16h30, devolvendo ganhos recentes.
Nesta segunda-feira, o noticiário político ficou em segundo plano. Havia a expectativa de votação do projeto das dívida dos Estados na Câmara dos Deputados, mas isso não foi o foco dos investidores. Nem mesmo a notícia de que a Justiça aceitou mais uma denúncia - a quinta - contra o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva fez preço. O juiz federal Sérgio Moro aceitou denúncia em ação onde o petista é apontado como o responsável por comandar "uma sofisticada estrutura ilícita para captação de apoio parlamentar, assentada na distribuição de cargos públicos na Administração Pública Federal".
Ainda no noticiário político, os documentos dos acordos de delação premiada de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht foram entregues pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) no período da manhã. Os relatos, por escrito ou em vídeo, foram armazenados na sala-cofre do STF e estão à disposição do ministro Teori Zavascki, relator dos processos envolvendo a Lava Jato na Corte. Cabe a ele homologar ou rejeitar cada um dos acordos de delação.
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