Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 15 de dezembro de 2016. Atualizado às 18h40.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

conjuntura internacional

Alterada em 15/12 às 19h42min

Tarifas dos EUA e da UE sobre aço da China podem prejudicar reequilíbrio

Os Estados Unidos e a União Europeia criticaram as importações baratas de aço chinês para ajudar os produtores nacionais de metais. No entanto, a implementação de tarifas contra o aço da China pode prejudicar outro segmento: o dos fabricantes locais que precisam de aço, de acordo com um relatório da BMI Research.
Isso também pode abafar os preços do aço fora dos EUA e da UE à medida que maiores quantidades de metal se encaminham para mercados globais com excesso de oferta. "As tarifas de importação continuadas sobre o aço chinês também podem levar à adoção de tarifas de retaliação em produtos americanos ou europeus, o que a China já promulgou no passado", diz a BMI. Como resultado das medidas protecionistas, a produção de aço dos EUA e da UE poderia aumentar e atrasar um processo de reequilíbrio para retirar o excesso de aço dos mercados globais.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia