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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de dezembro de 2016. Atualizado às 18h25.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 15/12 às 19h26min

Dólar fecha em alta de 0,23% com exterior, mas longe das máximas

O arrefecimento da alta do dólar lá fora no final da tarde desta quinta-feira (15), abriu caminho para que o câmbio local fosse influenciado por fatores técnicos e domésticos. Na última etapa do dia, houve entrada de recursos no País e otimismo com o lançamento de medidas microeconômicas pelo governo.
A moeda dos Estados Unidos negociada à vista no balcão fechou em alta de 0,23%, aos R$ 3,3701, mais próximo da mínima de R$ 3,3628 (+0,01%) que da máxima de R$ 3,4076 (+1,35%). O volume de negócios somou US$ 679,103 milhões.
Nesta quinta, o presidente Michel Temer citou, entre medidas a serem adotadas pelo governo, programas para regularização tributária, incentivo ao crédito imobiliário e cartões de crédito. Outros itens na agenda - detalhada em seguida pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles - eram iniciativas para desburocratização das atividades governamentais e da competitividade do comércio exterior.
O anúncio do governo foi acompanhado, com pregão aberto, pelo mercado futuro de câmbio. O dólar para janeiro, que se enfraqueceu logo antes das falas do presidente, girava em leve queda no patamar de R$ 3,38 enquanto Temer e Meirelles discursavam. No fechamento, o ativo subiu 0,01%, aos R$ 3,3845, tendo variado ao longo do dia entre a máxima de R$ 3,4230 (+1,15%) e a mínima de R$ 3,3775 (-0,19%). O giro de negócios totalizou US$ 16,358 bilhões.
Até então, prevalecia no mercado cambial o efeito externo. Hoje, a retomada do ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos continuou a reverberar nos ativos financeiros. As moedas de economias emergentes, incluindo o real brasileiro, seguiram perdendo terreno para o dólar, enquanto os investidores ajustavam suas carteiras às novas projeções do Federal Reserve.
Nesta quarta, o banco central norte-americano elevou as taxas dos Fed Funds em 25 pontos-base para 0,50% a 0,75%, o que já era esperado pelo mercado. A novidade veio de uma trajetória mais íngreme no aumento de juros para os próximos anos. Até 2019, os dirigentes da instituição projetam três altas anuais, no total de nove movimentos, frente aos oito estimados anteriormente.
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