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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de dezembro de 2016. Atualizado às 17h49.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 08/12 às 18h54min

Petróleo sobe com dados da China e expectativas com reunião de Opep e não membros

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quinta-feira, 8, revertendo as perdas das duas sessões anteriores. A commodity foi influenciada pela expectativa de investidores para a reunião de sábado entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e países que não fazem parte do cartel para decidir sobre uma redução na oferta da commodity. Também influenciaram os preços um dólar mais fraco durante parte da manhã e o crescimento nas importações da China.
O petróleo WTI para janeiro negociado em Nova York, na New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em alta de 2,14%, a US$ 50,84 por barril. Já o barril do tipo Brent para fevereiro avançou 1,67%, a US$ 53,89.
Após a reunião dos membros da Opep na semana passada, que definiu um acordo para um corte na produção da commodity, os investidores se voltam, com cautela, para a próxima reunião entre países da Opep e não membros do cartel, que ocorre em Doha no próximo sábado. Segundo alguns analistas, o otimismo sobre a reunião de sábado ajudou os preços a subirem na sessão de hoje.
A Opep deseja que outros grande países produtores de petróleo cortem a produção em 600 mil barris. Alguns investidores continuam céticos quanto à capacidade do cartel em cumprir com o corte prometido. Segundo eles, o preço continuará em torno de US$ 50 por barril até que a extensão dos cortes se torne clara.
Para alguns analistas, a Opep precisa ter cuidado quando começar a implementar os cortes. Bjarne Schieldrop, do banco SEB, em Estocolmo, afirmou que impulsionar os preços com muita rapidez começaria impulsionar a produção de xisto nos EUA, em um efeito contrário ao do corte da Opep.
O aumento nas importações da China também influenciou o petróleo na sessão de hoje. A commodity, que começou o dia em queda, abandonou as perdas devido ao crescimento de 18% nas importações chinesas de petróleo na comparação anual de novembro. As importações chegaram a 32,35 milhões de toneladas, o equivalente a 7,9 milhões de barris por dia.
Durante a manhã, um dólar mais fraco também ajudou o petróleo a se firmar em alta. Uma divisa americana menos forte tende a favorecer a commodity, já que os contratos se tornam mais atraentes para detentores de outras moedas.
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