Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 27 de dezembro de 2016. Atualizado às 20h09.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

COMENTAR | CORRIGIR

Entrevista

Notícia da edição impressa de 28/12/2016. Alterada em 27/12 às 21h07min

A volta do crescimento do País passa pela desburocratização

Cosentino diz que ferramenta vai além da entrega de obrigações

Cosentino diz que ferramenta vai além da entrega de obrigações


CERTISIGN/DIVULGAÇÃO/JC
Roberta Mello
A crise econômica e política tem reflexos sobre a saúde das empresas. Em 2015, aproximadamente 1,8 milhão de empresas encerraram as suas atividades, de acordo com a consultoria Neoway. Porém, não é apenas a crise que dificulta o andamento das empresas aqui no Brasil.
A burocracia exagerada para diversas atividades é um dos principais entraves para que muitas cresçam e gerem mais empregos, o que daria à população mais poder aquisitivo e, consequentemente, faria a economia girar de maneira positiva, defende o vice-presidente da Certisign e presidente da Associação Nacional de Certificação Digital (ANCD), Julio Cosentino. A boa notícia é que esse cenário, felizmente, está começando a mudar.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia