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Porto Alegre, terça-feira, 22 de novembro de 2016. Atualizado às 17h48.

Jornal do Comércio

Política

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Reestruturação do estado

22/11/2016 - 11h20min. Alterada em 22/11 às 15h13min

Sartori publica decreto de calamidade financeira no Rio Grande do Sul

Sartori editou decreto no dia seguinte ao anúncio do pacote de cortes e venda de empresas

Sartori editou decreto no dia seguinte ao anúncio do pacote de cortes e venda de empresas


LUIZ CHAVES/PALÁCIO PIRATINI/JC
No dia seguinte ao anúncio do pacote prevendo extinção de fundações e mudanças na Constituição Estadual para poder vender ou federalizar estatais, o governador José Ivo Sartori (PMDB) publicou decreto de calamidade financeira do Estado. O decreto 53.303, disponível no site da Corag, companhia que será fechada segundo o pacote, justifica a medida devido à projeção de queda acumulada do Produto Interno Bruto (PIB) de 7% e até a crise no País, além de aumento de gastos da máquina pública.
Tudo indica que o decreto busca validar motivos para as medidas lançadas, que apontam para redução do tamanho do Estado, reduzir gastos e ainda alterar desde contribuição previdenciária de servidores, data de pagamento de salários, reduzir incentivos a setores econômicos e antecipar cobrança de impostos.   
O expediente autoriza secretários, dirigentes máximos de órgãos e entidades da administração estadual, sob coordenação da Casa Civil, a adotarem medidas excepcionais para racionalizar serviços essenciais e evitar problemas de prestação. O decreto aponta segurança, saúde e educação como as áreas essenciais.
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Comentários
espectadorRS 22/11/2016 18h49min
Finalmente um governador com atitude. Basta de oba oba as custas do contribuinte gaucho. Grande abraço senhor Sartori.
Adailton J. Medeiros 22/11/2016 17h25min
A maior das calamidades que o RGS poderia experimentar é ter como seu governador um político incompetente como o Sr. Sartori. Ele poderia chamar um dos governadores que o antecederam e solicitar uma aula de como governar, pois disso ele não entende nada. De uma coisa os gaúchos não podem se queixar - ele foi eleito com o seu voto, agora, aguentem.