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Porto Alegre, quarta-feira, 30 de novembro de 2016. Atualizado às 21h33.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 01/12/2016. Alterada em 30/11 às 22h27min

Uma tevê sem público

Lasier Martins
Já me cansa tanto ouvir a falácia de que o Brasil precisa de uma TV pública para assegurar ao telespectador uma programação de alta qualidade que as emissoras privadas não oferecem. É duro para um profissional do setor ouvir calado, mas devo fazê-lo em nome da boa educação e compostura de relator do parecer sobre a Medida Provisória nº 477 que trata da reestruturação da Empresa Brasil de Comunicação em tramitação no Senado Federal. A televisão privada brasileira é, na verdade, das melhores do mundo. Isto é reconhecido não só pelos técnicos e observadores, mas também pelo público de mais de 100 países que confere audiência às programações de teledramaturgia e jornalismo documental produzidos no Brasil e exibidos mundo afora em horários competitivos.
Tecnicamente, a tevê brasileira está no estado da arte. Por exemplo, a Rede Record é a 28ª maior do mundo em rede VHF, ou seja, a chamada televisão aberta. Sua dramaturgia já passou as fronteiras nacionais e se projeta na América Latina e nas redes hispânicas dos Estados Unidos. A Rede Globo é a quarta maior, somente atrás das três grandes norte-americanas. O SBT, com 114 emissoras retransmitindo, a Bandeirantes, a primeira na transmissão a cores, e a jovem Rede TV, pioneira em digitalização, também são referências internacionais. No setor de tevês estatais, a TV Cultura de São Paulo foi elencada pelo Instituto Populus, britânico, como a segunda tevê pública do mundo, atrás apenas da BBC One, da Inglaterra. Ou seja: o que falta no Brasil não é qualidade de sua televisão aberta. Na verdade, a televisão é o grande gerador da imagem externa do Brasil, pelo alcance de sua difusão, só superada pela produção norte-americana.
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