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Porto Alegre, quarta-feira, 16 de novembro de 2016. Atualizado às 22h59.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 17/11/2016. Alterada em 16/11 às 20h30min

Previdência e a prevenção

Gustavo Luiz Sodré de Almeida
É da natureza humana a necessidade de proteger-se em relação a situações adversas, bem como a de oferecer proteção aos que lhe são mais caros. Em nossa experiência, especialmente na área da previdência privada, encontramos situações diferenciadas em relação ao que o cidadão pensa para si e para a sua família.
A reforma da Previdência é uma questão que entrou recentemente na pauta de discussão da sociedade. Por se tratar de um assunto que trará reflexos futuros, é possível observar o aumento da procura por informações para obter uma renda complementar que proporcione uma aposentadoria tranquila. Produto como o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), que permite o acúmulo de recursos por um prazo contratado, tem se mostrado interessante pela possibilidade de dedução do valor das contribuições da base de cálculo do Imposto de Renda, com limite de 12% da renda bruta anual, o que pode ser considerado um ganho imediato de um investimento futuro.
Com relação à proteção da família, percebe-se que nesse particular a preocupação é maior, especialmente para os pais que ainda possuem filhos pequenos, ou jovens, e que precisam se preparar contra imprevistos que possam comprometer o sustento de sua família. As pesquisas do setor mostram um crescimento nessa procura, sendo que no período de janeiro a agosto deste ano já houve um incremento de 8% em relação ao ano de 2015, em que pese as incertezas que pairam sobre a economia brasileira.
O atual quadro de crise na segurança pública tem potencializado essa necessidade de proteção, despertando a conscientização e contribuído para a busca de produtos (seguro de vida e pecúlio) que mitiguem, pelo menos financeiramente, a irreparável perda. O pecúlio, pela sua característica de vitaliciedade, tem forte apelo em face da segurança proporcionada durante a vigência do contrato, que só poderá ser rescindido por iniciativa do associado (cliente).
É importante frisar que toda contratação deve ser intermediada por um corretor credenciado pela Susep. É este profissional que, atuando como consultor, poderá indicar o melhor produto que atenda à necessidade do cliente.
Diretor Técnico-Comercial do GBOEX
 
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