Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 08 de novembro de 2016. Atualizado às 10h27.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

estados unidos

Notícia da edição impressa de 08/11/2016. Alterada em 07/11 às 22h01min

O complexo sistema eleitoral norte-americano

Diferentemente do que ocorre no Brasil, não vence a eleição quem obtiver o maior número de votos diretos da população. Isso porque a votação final que decide quem será o presidente é feita no colégio eleitoral. Cada estado norte-americano conta com um número de delegados no colégio, definido conforme a quantidade da população de cada um. A votação popular serve para definir em quem os delegados de cada estado irão votar. Por exemplo: se a maioria da população do Texas votar em Donald Trump, os delegados do estado no colégio eleitoral darão todos os seus votos para o republicano. Esse sistema abre a possibilidade de um candidato com mais votos da população perder a eleição no colégio e não ser eleito presidente. Por exemplo: o estado do Arizona conta com seis votos no colégio eleitoral, enquanto o Oregon tem sete. Se, no Arizona, 100% da população votar em Hillary, ela recebe os seis votos dos delegados. Já se, no Oregon, 51% votar em Trump e 49% na democrata, os sete votos no colégio eleitoral vão para o republicano. Assim, Trump teria menos votos populares, mas contaria com sete votos contra seis no colégio.
 
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia