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Porto Alegre, quinta-feira, 17 de novembro de 2016. Atualizado às 23h05.

Jornal do Comércio

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Dia da Consciência Negra

Notícia da edição impressa de 18/11/2016. Alterada em 17/11 às 19h22min

Cultura e educação são armas contra desigualdade, dizem militantes

Igor Natusch
No domingo, o Dia da Consciência Negra relembra a população brasileira de uma dívida histórica que ainda está longe de ser paga. Segundo estatísticas governamentais, apesar de melhora nos últimos anos, os números ainda são bastante desfavoráveis à população negra em quesitos como educação, trabalho, habitação e acesso à saúde. Para militantes do movimento negro, investir na autoestima e na valorização cultural e educacional são medidas fundamentais para combater essa situação.
Dados divulgados no fim de 2014 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam, por exemplo, que 38,8% das pessoas negras estão na faixa inferior a 0,5 salários mínimos por pessoa, considerada de pobreza ou vulnerabilidade à pobreza, contra 19,2% da população branca. Em Porto Alegre, dados divulgados este ano pelo ObservaPOA mostram que o desemprego na população negra é 89,2% maior do que em relação a brancos. Segundo o instituto, a taxa de desemprego entre brancos foi de 6,5% no ano de 2015, enquanto a de negros alcançou 12,3%.
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