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Porto Alegre, terça-feira, 08 de novembro de 2016. Atualizado às 19h54.

Jornal do Comércio

Esportes

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eliminatórias da copa

Alterada em 08/11 às 20h57min

Marquinhos exalta Messi, mas alerta para todo setor ofensivo da Argentina

Escolhido por Tite para formar a defesa da seleção ao lado de Miranda, o zagueiro Marquinhos alertou nesta terça-feira para o poder ofensivo da Argentina que, segundo ele, não se limita a Lionel Messi. Colega de Di María no Paris Saint-Germain, Marquinhos afirmou que o Brasil precisará anular os argentinos "em todos os setores" no confronto desta quinta, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018.
Para a partida em Belo Horizonte, o técnico argentino Edgardo Bauza contará com nomes como Higuaín, Aguero e Dybala. É por causa disso que Marquinhos pede atenção total para o clássico no Mineirão.
"Messi é um grande jogador, diferenciado, mas a gente não pode esquecer da qualificação e do poder ofensivo que a Argentina tem. Se a gente começar a pensar e olhar só para o Messi, vão ter outros jogadores que poderão pegar uma bola e fazer a diferença também", afirmou Marquinhos.
"A gente vem treinando o nosso sistema coletivo para tentar anular a Argentina em todos os lados do campo e todos os jogadores que forem encaixados com a bola nos setores do nosso sistema defensivo", comentou o zagueiro.
Ele também declarou que a ideia é reduzir espaços e evitar ao máximo a movimentação argentina. "Temos que jogar compactos, fechando linhas de quatro, interceptando bolas que pudermos interceptar, marcando sempre que for necessário. É isso que a gente vai fazer para tentar diminuir as ações dessa força ofensiva que a Argentina tem."
Sobre o fato de ter de encarar o companheiro de clube Ángel Di María - mesma situação de Neymar, que terá do outro lado os colegas de Barcelona Lionel Messi e Javier Mascherano -, Marquinhos afirmou que, nos 90 minutos, prevalecerá a rivalidade.
"A partir do momento que a gente pisa no gramado e vê nosso companheiro de clube com uma outra camisa do outro lado, com certeza existe a rivalidade. Existe o respeito por ser um companheiro do clube, mas se está do outro lado a gente quer ganhar, fazer nosso melhor e anular aquele jogador", comentou.
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