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Porto Alegre, sexta-feira, 25 de novembro de 2016. Atualizado às 15h28.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 25/11 às 16h28min

Bolsas da Europa fecham em leve alta amparadas por ganhos em Wall Street

As bolsas europeias fecharam em leve alta esta sexta-feira (25) em meio à baixa liquidez por causa de uma sessão mais curta em Nova York por causa do feriado de Ação de Graças. As praças se atrelaram à Wall Street, que caminha para mais um dia de recordes no fechamento. A boa performance do setor de saúde contribuiu para os ganhos.
A bolsa de Londres terminou com ganho de 0,17%, aos 6.840,75 pontos; Paris avançou 0,17%, aos 4.550,27 pontos; Frankfurt subiu 0,09%, aos 10.699,27 pontos; Milão teve alta de 0,09%, aos 16.515,11 pontos; Madri teve acréscimo de 0,20%, aos 8.674,40 pontos, e Lisboa avançou 0,39%, aos 4.461,89 pontos.
Em Nova Iorque, o setor de varejo arranca ganhos por causa do Black Friday, o que acabou contagiando a Europa. A queda de 3% do petróleo, no entanto, limitou os ganhos.
No Velho Continente, o setor de saúde também se destacou, encerrando com alta de 1,4%. Esta alta ocorre, em grande parte, depois que a farmacêutica suíça Actelion divulgou uma declaração confirmando que a Johnson & Johnson fez contato para uma possível compra. Em Londres, a AstraZeneca subiu 2,2%, após elevação de seu rating pela Liberum.
Ainda no setor de saúde, o papel da Merck e da Fresenius Medical fecharam em alta superior a 1% em Frankfurt.
Enquanto isso, a União Europeia está considerando um "acordo de transição pós-Brexit", assim que a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, invocar o "Artigo 50".
Em Milão, os bancos pesaram nas negociações. As ações do Banca Monte Paschi foram suspensas após caírem 13%, mesmo após a aprovação de um aumento de capital de 5 mil milhões de euros (US$ 5,29 bilhões). Os bancos do país têm enfrentado dura resistência do investidor antes do referendo italiano sobre uma reforma na Constituição. A população italiana irá decidir no dia 4 de dezembro se apoia que o governo tenha mais poderes para aprovar reformas fiscais ou não. Os investidores temem que caso o "não" vença os bancos possam ser mais penalizados devido à instabilidade que irá gerar dentro do governo, uma vez que o premiê, Matteo Renzi, anunciou que renunciará.
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