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Porto Alegre, quinta-feira, 17 de novembro de 2016. Atualizado às 18h15.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 17/11 às 19h17min

Dólar fecha em leve queda com atuação do Banco Central e de olho no exterior

O dólar fechou em queda frente ao real pela segunda sessão consecutiva, embora o valor final tenha ficado bem longe das mínimas. No mercado à vista, a divisa encerrou em baixa de 0,26%, aos R$ 3,4162, pouco depois de tocar a máxima de R$ 3,4282 (+0,09%). A mínima, observada de manhã, foi de R$ 3,3888 (-1,06%). De acordo com dados registrados na clearing da BM&F Bovespa, o volume de negócios somou US$ 1,230 bilhão.
O movimento lá fora - principal motivo para redução de perdas no dólar - ganhou tração principalmente após o depoimento da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, ao Congresso dos Estados Unidos. À tarde, na sessão de perguntas e respostas, a dirigente comentou sobre a influência política em seu mandato, após a eleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. Yellen afirmou que sua intenção é continuar no Fed, mas que não pode prever se vai deixar o cargo, que vai até fevereiro de 2018, mais cedo. O mandato como membro do Fed, no entanto, vai até 2024.
Em seu discurso, a dirigente reforçou que o aperto monetário pode ser adequado num momento "relativamente" próximo. Cabe ressaltar que essa fala já havia sido divulgado pela manhã, o que trouxera no começo do dia momento de tensão no dólar. De olho no movimento futuro de juros, o Dollar Index subia 0,47% no final da tarde, aos 100,880 pontos, com máxima em 100,930 pontos. Entre os emergentes, o dólar subia 0,88% frente ao peso do México, cujo banco central anunciou elevação de 0,5 ponto nos juros, a 5,25%. O juro da T-note de 10 anos, grande termômetro dos ânimos do mercado para o futuro norte-americano, mostrava estresse no final do dia, com alta a 2,273%, de 2,217% ontem. Na máxima, chegou aos 2,280%.
Por aqui, o contrato de dólar para dezembro encerrou com perda de 0,07%, aos R$ 3,4340. A máxima no dia foi de R$ 3,4445 (+0,23%) e a mínima, mais cedo, de R$ 3,4015 (-1,02%). O giro totalizou US$ 16,257 bilhões.
Mais cedo, o Banco Central voltou a oferecer contratos de swap cambial tradicional ao mercado, o que equivale a venda de dólar no mercado futuro. Foi vendido o lote integral de 10.000 contratos novos, com valor total de US$ 500 milhões. Também foi absorvido integralmente o lote oferecido de 20.000 contratos (US$ 1 bilhão) de swap cambial tradicional em operação de rolagem de títulos que vencem em 1º de dezembro.
Ao fim da sessão, o BC anunciou oferta para amanhã de até 10 mil novos contratos de swap cambial tradicional. Além disso, foram ofertados até 20 mil contratos de swap cambial tradicional para rolagem.
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