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Porto Alegre, quarta-feira, 16 de novembro de 2016. Atualizado às 22h59.

Jornal do Comércio

Economia

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Pesquisa

Notícia da edição impressa de 17/11/2016. Alterada em 16/11 às 21h28min

Educação dos pais é determinante na formação e no rendimento dos filhos

Segundo o IBGE, crianças cujos pais concluíram o Ensino Superior também cursam uma graduação

Segundo o IBGE, crianças cujos pais concluíram o Ensino Superior também cursam uma graduação


JUNG YEON-JE/FREDY VIEIRA/JC
O nível de instrução dos pais é fator determinante na formação educacional dos filhos. É o que mostra o estudo Suplemento de Mobilidade Sócio-ocupacional, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2014 (Pnad), lançado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a primeira vez que o instituto abordou a forma como a origem sócio-ocupacional pode influenciar a inserção laboral dos filhos. Segundo os dados analisados, entre os pais que não eram alfabetizados aos 15 anos, 23,6% dos filhos também não eram na mesma idade e apenas 4% completaram o nível superior posteriormente. Entre os pais com nível superior completo, apenas 0,5% dos filhos não tinham instrução aos 15 anos, enquanto 69,1% também completaram o nível superior. O levantamento foi feito com pessoas a partir dos 25 anos e que moravam com o pai aos 15.
Quanto ao rendimento médio desses trabalhadores, a escolaridade do pai também apresenta forte influência. Entre os que não têm instrução, o valor vai de R$ 717,00 para quem não tem pai instruído a R$ 2.324,00 para quem tem pai com nível superior completo. Na população de trabalhadores com nível superior completo, a renda varia de R$ 2.603,00, quando o pai não tem instrução, a R$ 6.739,00 quando o pai também tem nível superior.
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