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Porto Alegre, quarta-feira, 16 de novembro de 2016. Atualizado às 11h59.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

16/11/2016 - 09h50min. Alterada em 16/11 às 13h01min

Setor de serviços cai 4,7% nos primeiros nove meses de 2016

Tansportes foi o que mais influenciou a queda no setor

Tansportes foi o que mais influenciou a queda no setor


MARCO QUINTANA/JC
Agência Brasil
Com o recuo de 0,3% no volume de serviços de agosto para setembro deste ano (série livre de influências sazonais), o setor já acumula queda de 4,7% nos primeiros nove meses do ano. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam, porém, que a receita nominal dos serviços cresceu 0,4% no mesmo período (janeiro/setembro).
Os dados do IBGE indicam, ainda, que o volume dos serviços já havia caído 1,4% em agosto frente a julho, que, por sua vez, fechou com crescimento de 0,6%. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com setembro do ano passado, a queda acumulada pelo setor chega a 4,9%, a maior para setembro neste tipo de comparação, desde o início da série em janeiro de 2012; é também a 18ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação. No acumulado dos últimos 12 meses a queda dos serviços é ainda maior: de 5%.
Já os dados relativos à receita nominal do setor indicam queda de 0,7% de agosto para setembro; e de 0,2% na comparação com setembro de 2015. Além do crescimento de 0,4% da receita nominal no resultado acumulado no ano, houve também expansão do indicador também no acumulado dos últimos 12 meses.
Entre as atividades, na série livre de influências sazonais, apontaram para variações positivas os Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%) e os Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (0,3%). As variações negativas foram as dos segmentos de Outros Serviços (-2,5%); de Serviços prestados às famílias (-0,9%) e de Serviços de informação e comunicação (-0,6%). O agregado especial das Atividades turísticas apresentou crescimento de 1,5%, na comparação com agosto.
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