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Porto Alegre, terça-feira, 08 de novembro de 2016. Atualizado às 20h04.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 08/11 às 21h06min

Bolsas de Nova Iorque avançam em dia de eleição presidencial nos EUA

As bolsas de valores de Nova Iorque fecharam em alta nesta terça-feira, 8, de eleição presidencial nos Estados Unidos, revertendo as perdas observadas no começo da sessão.
No fim da tarde, o índice Dow Jones fechou em alta de 0,40%, para 18.332,43 pontos; o S&P 500 subiu 0,38%, para 2.139,53 pontos; e o Nasdaq avançou 0,53%, encerrando aos 5.193,49 pontos.
De todos os setores do S&P 500, apenas o de energia fechou no vermelho. Hoje o preço do barril de petróleo WTI recuou na New York Mercantile Exchange (Nymex), pressionado pelo ceticismo dos investidores sobre a implementação de um acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) para reduzir a produção da commodity e equilibrar o mercado.
Nos últimos dias, ativos arriscados observaram ganhos ao passo em que a candidata democrata, Hillary Clinton, avançava nas pesquisas. Esses papéis, no entanto, eram liquidados quando levantamentos apontavam para uma corrida presidencial acirrada entre Hillary e o seu rival republicano, Donald Trump.
Ontem, o S&P 500 encerrou sua mais longa série de perdas em quase 36 anos, com um ganho de 2,2%, no maior salto desde março. Muitos investidores disseram estar cautelosos e alguns citaram a onda de vendas nos dias que seguiram o referendo em que os britânicos optaram por se separarem da União Europeia. "As pessoas achavam que o Brexit não aconteceria", disse Matt Lloyd, estrategista de investimentos da Advisors Asset Management.
Analistas afirmam que as negociações continuarão voláteis até que os resultados das eleições americanas sejam conhecidos. "O que os mercados querem ver é que há um vencedor claro, que não haja incertezas rondando os resultados", disse Quincy Krosby, estrategista da Prudential Financial.
A última rodada de pesquisas nacionais mostram Hillary ligeiramente à frente de Trump, com uma liderança de 3% a 6%. "Estamos mais cautelosos que o usual", disse Luca Paolini, da Pictet Asset Management.
Historicamente, é mais comum que as ações avancem no período entre as eleições e a posse do presidente eleito, de acordo com o WSJ Market Data Group, que monitorou as últimas 30 eleições presidenciais.
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