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Porto Alegre, quarta-feira, 09 de novembro de 2016. Atualizado às 02h14.

Jornal do Comércio

Economia

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Trabalho

Notícia da edição impressa de 09/11/2016. Alterada em 09/11 às 01h38min

'Ninguém está perseguindo aposentados', afirma Temer

Situação previdenciária pode gerar desastre, ressaltou Michel Temer

Situação previdenciária pode gerar desastre, ressaltou Michel Temer


JOSÉ CRUZ/JC
Sob críticas de centrais sindicais e entidades trabalhistas, o presidente Michel Temer fez uma defesa enfática ontem da reforma previdenciária que deve ser enviada ao Congresso Nacional no mês de dezembro. Segundo Temer, é necessário "colocar o dedo na ferida" e reduzir o atual déficit previdenciário que, segundo ele, pode gerar um "desastre no País". "Nós temos de pôr o dedo nesta ferida. Neste ano, teremos quase R$ 150 bilhões de déficit da Previdência Social, e os estados estão praticamente quebrados", disse.
O presidente ressaltou, contudo, que a intenção do Palácio do Planalto não é perseguir aposentados, mas evitar que o déficit previdenciário chegue ao valor do PIB (Produto Interno Bruto) em 2024. Para Temer, a reforma previdenciária é "quase uma consequência" da proposta do teto de gastos públicos, aprovada pela Câmara dos Deputados.
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