Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 06 de novembro de 2016. Atualizado às 20h26.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

indústria automotiva

06/11/2016 - 21h26min. Alterada em 06/11 às 21h29min

Autoridade da Califórnia revela fraude em emissão de poluentes em carros da Audi

Os esforços da Volkswagen para resolver seu escândalo de emissões de poluentes enfrentaram um potencial revés neste domingo com uma nova acusação de que as autoridades da Califórnia descobriram fraude no software usado em modelos populares da Audi. Hoje, a Volkswagen disse que a investigação criminal alemã se ampliou para incluir o presidente da empresa.
Autoridades do Conselho de Recursos do Ar da Califórnia (Carb, na sigla em inglês) supostamente descobriram há quatro meses que alguns motores da Audi foram manipulados para produzir baixas emissões de CO2 em laboratórios do que no uso normal em estradas, de acordo com uma pessoa familiarizada com a situação, potencialmente abrindo uma nova frente de investigações europeias.
A Volkswagen, a Audi e as autoridades do Carb discutiram a acusação "há alguns meses", disse a pessoa que não quis se identificar, pois não estava autorizada a falar sobre o assunto.
A acusação é a última torção em um escândalo mais amplo que envolve a Volkswagen. As autoridades ambientais dos EUA divulgaram no dia 18 de setembro de 2015 que a empresa instalou software em cerca de 500 mil veículos movidos a diesel nos EUA que as autoridades americanas consideram ilegais. A Volkswagen mais tarde admitiu a instalação do software em quase 11 milhões de veículos em todo o mundo.
A Volkswagen concordou em junho com um acordo de US$ 14,7 bilhões com autoridades e proprietários de 475 mil veículos diesel de dois litros afetados nos EUA. A empresa ainda está em negociações sobre um acordo para proprietários de 85 mil veículos com motores a diesel de três litros que foram construídos pela Audi, sua unidade de carros de luxo.
O escândalo de diesel da Volkswagen envolveu a manipulação de emissões excessivas de óxidos de nitrogênio. A nova acusação se concentra no dióxido de carbono, um gás causador do efeito estufa. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia