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Porto Alegre, quinta-feira, 03 de novembro de 2016. Atualizado às 19h03.

Jornal do Comércio

Economia

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Logística

Alterada em 03/11 às 20h06min

Lucro líquido da CCR sobe 366% no 3º trimestre, para R$ 1,151 bilhão

O Grupo CCR registrou lucro líquido de R$ 1,151 bilhão no terceiro trimestre de 2016, o que corresponde a uma alta de 366% na comparação com os R$ 247 milhões reportados em igual etapa do ano anterior.
O resultado foi influenciado pela conclusão da venda da participação do Grupo CCR na STP (Sem Parar), ocorrida em 31 de agosto. A venda da STP foi anunciada no dia 14 de março de 2016 pelo valor total de R$ 4,086 bilhões - a CCR vendeu o seu total de ações, que correspondem a 34,2372% do capital social, por R$ 1,398 bilhão.
Já o lucro líquido mesma base ficou em R$ 268 milhões, um recuo de 1,7% em relação aos R$ 272,5 milhões contabilizados há um ano.
O critério "mesma base" exclui os novos negócios que ainda não estavam operando, em operação assistida ou que não eram parte do portfólio da CCR em pelo menos um dos períodos de comparação (MSVia, Metrô Bahia e CCR USA, incluindo a TAS); a CCR Ponte, cujo contrato de concessão encerrou-se em 31 de maio de 2015; e a STP. Adicionalmente, no lucro e nas comparações pró-forma, exclui Controlar, ViaRio, VLT e Quiama.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da CCR somou R$ 2,431 bilhões entre julho e setembro de 2016. O indicador, que exclui despesas não caixa, como depreciação e amortização, provisão de manutenção e apropriação de despesas antecipadas da outorga, aumentou 151,1% sobre igual intervalo de 2015. A margem Ebitda ajustada ficou em 136,7% no fim do trimestre, alta de 74,4 pontos porcentuais (p.p.) na base anual.
Pelo critério pró-forma, que inclui dados proporcionais das controladas em conjunto, o Ebitda ajustado avançou 130,5% no terceiro trimestre ante o mesmo período do ano passado, totalizando R$ 2,577 bilhões. A margem Ebitda ajustada pró-forma ficou em 128,2%, alta de 66,3 p.p. ante julho e setembro de 2015.
O Ebitda ajustado mesma base, por sua vez, teve alta de 3,2% no trimestre, para R$ 1,042 bilhão - a margem Ebitda ajustada mesma base avançou 0,8 p.p., para 66,9%. Pelo critério pró-forma, o Ebitda ajustado mesma base avançou 3,4%, para R$ 1,173 bilhão, enquanto a margem Ebitda ajustada mesma base subiu 1 p.p., para 67,2%.
A receita líquida, excluindo a receita de construção, totalizou R$ 1,778 bilhão entre julho e setembro, alta de 14,4% sobre o mesmo intervalo de 2015 - pelo critério pró-forma, a receita líquida aumentou 11,2%, para R$ 2,009 bilhões.
No critério ajustado na mesma base, a receita líquida foi de R$ 1,557 bilhão, um aumento de 1,9% na comparação anual. A receita líquida ajustada mesma base pró-forma subiu 1,9%, para R$ 1,747 bilhão.
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