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Porto Alegre, quarta-feira, 02 de novembro de 2016. Atualizado às 23h58.

Jornal do Comércio

Economia

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Energia

Notícia da edição impressa de 03/11/2016. Alterada em 03/11 às 00h44min

Empresa investe R$ 3 milhões em produção fotovoltaica

Executivos receberam informações detalhadas sobre o apoio da Cientec

Executivos receberam informações detalhadas sobre o apoio da Cientec


SDECT/DIVULGAÇÃO/JC
A empresa RS Solar projeta investir R$ 3 milhões na implantação de uma unidade fabril para a produção de módulos fotovoltaicos no município de Veranópolis. O projeto foi avaliado na Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (Sdect), durante apresentação na Sala do Investidor, quando foi detalhado que o investimento contemplará a execução de obras civis e aquisição de máquinas e equipamentos. A empresa também vai importar pastilhas de silício.
Primeiramente, a RS Solar construirá um pavilhão com 1.300 metros quadrados, onde instalará a linha de produção. Os empreendedores Carlos Alberto Spanhol, Eloí Vivan Júnior e Giovani Attolini assinalaram que o foco da empresa estará direcionado para a fabricação de módulos e fornecimento de módulos e sistemas de geração e distribuição, utilizando tecnologia italiana. Na primeira etapa, a empresa vai gerar 16 empregos diretos.
Giovanni Attolini, que já atua na área de projetos de microgeração e distribuição de energia gerada por células solares fotovoltaica, enfatizou que, a partir do que estabelece a Resolução nº 687, de 24 de novembro de 2015, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), surgiram novas oportunidades para a produção e uso dessa fonte energética e de novos nichos de negócios para o fornecimento de equipamentos para condomínios e consórcios.
Os executivos da empresa receberam informações detalhadas sobre o apoio da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) e os relacionados com as linhas de financiamento operadas por BRDE, Badesul e Banrisul, que integram o Sistema de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul.

Alta do preço do gás visa eliminar subsídio, diz Petrobras

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou que as mudanças que deixaram mais alto o preço do gás de cozinha (Gás Liquefeito de Petróleo ou GLP) têm por objetivo eliminar subsídios cruzados que eram concedidos no setor. "Algumas distribuidoras usavam a infraestrutura da Petrobras e pagavam por isso. Outras usavam e não pagavam. E isso é injusto."
Por isso, explicou o executivo, a Petrobras decidiu incluir no preço cobrado às distribuidoras os custos logísticos da entrega do gás. São custos referentes ao uso, por exemplo, de tanques de estocagem do combustível. A mudança passou a vigorar nesta terça e provocará aumento no preço do combustível.
De acordo com fontes das distribuidoras, a alta será de até 4%, ou cerca de R$ 2 por botijão de 13 quilos.
A Petrobras discorda da conta e diz que o aumento médio será de R$ 0,20. O preço final do produto, porém, é livre e dependerá da estratégia comercial de cada distribuidora.
Parente afirmou que a mudança torna mais transparente os custos de logística e, por isso, pode ajudar a atrair investimentos para o setor. A estatal já promoveu alteração semelhante nos contratos com as distribuidoras de combustíveis líquidos, como gasolina e diesel, há dois anos.
Representante das distribuidoras de GLP, o Sindigás afirma que caberá à concorrência conter o preço do produto, depois que a Petrobras reviu os contratos de fornecimento e passou a cobrar das distribuidoras pelo uso da infraestrutura logística. "É muito cedo para avaliar que esse movimento vai causar impacto nos preços ao consumidor. Mas o consumidor tem o poder de negociação. Se quiser, muda até de marca", afirmou o presidente do sindicato, Sérgio Bandeira de Mello.
Para o consumidor final, nada mudou até agora. Qualquer movimentação vai depender da decisão das distribuidoras e dos revendedores. Segundo a estatal, a variação média de preços foi de R$ 0,50 por botijão de 13 quilos, modelo tradicionalmente usado nas residências.
Mas, segundo especialistas que prestam consultoria para distribuidoras, na região Nordeste do País, mais distante das refinarias da Petrobras e também mais dependente da infraestrutura de transporte, a variação de preço imposta pela estatal chegou a R$ 1,00 por botijão. O aumento foi diferenciado para cada empresa, dependendo do uso dos tanques e dutos da Petrobras. Quanto maior a utilização, maior o preço.
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