Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 01 de novembro de 2016. Atualizado às 16h08.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

combustíveis

01/11/2016 - 12h49min. Alterada em 01/11 às 17h09min

Petrobras altera contratos com distribuidoras de GLP, mas avisa que não mudou custos

No botijão residencial, o impacto estimado nos preços é de R$ 0,20 por unidade

No botijão residencial, o impacto estimado nos preços é de R$ 0,20 por unidade


JOÃO MATTOS/JC
A Petrobras afirma que alterou os contratos de fornecimento de GLP com distribuidoras, mas ressalta que não fez qualquer mudança na tabela de custos, que "continua tendo a mesma tarifação". A informação consta de nota de esclarecimento à imprensa sobre notícias de que o gás de cozinha teria aumento de preços a partir desta terça-feira (1).
Segundo a estatal, a alteração nos contratos foi feita "para melhor refletir custos de logística que tipicamente deveriam por elas ser cobertos, mas que eram suportados pela companhia. Na prática, está se reduzindo subsídios às distribuidoras de GLP." Ainda na nota, a Petrobras diz que esse movimento é semelhante ao realizado há dois anos para os contratos de fornecimento de diesel e gasolina.
No caso do botijão residencial, de 13 quilos, o impacto estimado sobre os preços é de R$ 0,20 por unidade, em média nacional. Ainda segundo cálculos internos, "o impacto máximo, desconsiderando a média nacional, não ultrapassará R$ 0,70 por botijão nos preços cobrados pela Petrobras às distribuidoras", diz a nota.
A empresa lembra que a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de derivados e que "as revisões feitas pela Petrobras nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor." Ressalta ainda que "não tem qualquer ingerência na precificação final adotada por distribuidoras e revendedores de combustíveis".
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia