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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de novembro de 2016. Atualizado às 16h18.

Jornal do Comércio

Colunas

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Affonso Ritter

Observador

Notícia da edição impressa de 28/11/2016. Alterada em 27/11 às 22h25min

Extinção das fundações

O pacote de medidas do governo Sartori encontra fortes resistências à extinção das fundações relacionadas ao conhecimento e inteligência do Estado, com destaque à FEE. Até por seu pequeno reflexo financeiro. Entre eles, os ex-secretários Aod Cunha e Brum Torres, e o economista Darcy Francisco dos Santos, de resto favoráveis ao enxugamento do Estado. Este último alerta que "remédios mal ministrados não curam as enfermidades e, muitas vezes, as complicam mais". Por isso, recomenda "não jogar fora a criança junto com a água do banho". E continua: "se fecharmos a FEE, nada resolveremos no tocante às finanças estaduais e ainda poderemos ficar sem algumas informações importantes na tomada de decisões para enfrentar a crise". E conclui: "concordo que nem tudo o que a FEE faz é útil ao Estado, mas isso é uma questão de gestão, de curar a doença e não de matar o doente".
A defesa da extinção
Na defesa da extinção da FEE, o secretário Carlos Burigo afirma que ela dedica só 10% das horas para elaborar o acompanhamento do desemprego e do PIB estaduais, que continuará sendo feito pelos 52 servidores estáveis na Secretaria de Governança. Segundo ele, hoje o custo do seu pessoal é de R$ 30 milhões anuais. E, a um custo menor, é possível comprar os estudos em instituições sérias fora do governo.
Aumento de imposto
Prefeito eleito Nelson Marchezan Júnior não só é contra a decisão do prefeito José Fortunati de antecipar com incentivo de 15% o pagamento do IPTU para honrar o 13º dos funcionários, mas de acabar com o incentivo. Para começar, teria que aprovar projeto de lei. E, com isso, o novo prefeito negaria promessa de campanha de não elevar impostos.
Weber Haus no mundo
A Weber Haus de Ivoti, que já exportou suas cachaças a 16 países, com destaque para os EUA, onde estão em 17 estados, acaba de fechar negócio na Inglaterra e está em tratativas no México, Peru, Chile e Rússia. "Continuaremos buscando novos parceiros para expandir a cultura da cachaça, a bebida símbolo do Brasil", diz o diretor Evandro Weber.
Arrumação de última hora na praia
A ArqExpress, das sócias Renata Pocztaruk e Carolina Ceolin, já tem sua operação estruturada para o verão no Litoral Norte. A empresa, cuja marca é a renovação de ambientes em curto espaço de tempo, customizou uma Kombi para divulgar o serviço e fazer o atendimento em Atlântida, Xangri-lá, Tramandaí e Capão da Canoa. "Ofereceremos nossos serviços para quem precisa e quer arrumar a casa na praia, mas não tem tempo ou deixou para a última hora. Eles seguirão o mesmo conceito: o cliente diz quanto quer gastar e nós iremos dizer o que podemos fazer", explica Renata. A Kombi terá ponto fixo ao lado da CP Imóveis, perto do condomínio Enseada, na Paraguassú, em Atlântida.
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Comentários
Walter Dworak Filho 28/11/2016 16h04min
Levar as cabeças-pensantes da FEE para o governo do Estado. Formar uma espécie de conselho consultivo ou coisa parecida. A FEE tem gente capacitada. Vamos aproveitá-los.
paulo roberto favero 28/11/2016 09h04min
Afonso bom dia Encontra fortes resistencias de quem ? certamente da população que sustenta essas fundações sem objetivo pratico nenhum a não ser dar empregos publicos a amigos é que não é.