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Porto Alegre, segunda-feira, 07 de novembro de 2016. Atualizado às 21h40.

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Educação

Notícia da edição impressa de 08/11/2016. Alterada em 07/11 às 22h16min

Baixa escolaridade não sofre mudança dentro das prisões

No Rio Grande do Sul, atualmente, pouco mais de três mil detentos estão estudando, de um total de 35 mil pessoas privadas de liberdade

No Rio Grande do Sul, atualmente, pouco mais de três mil detentos estão estudando, de um total de 35 mil pessoas privadas de liberdade


AGÊNCIA CNJ/DIVULGAÇÃO/JC
Igor Natusch
Além de jogar para baixo as chances de ressocialização, a dificuldade de acesso ao ensino dentro das cadeias acaba reforçando engrenagens de exclusão muito anteriores à entrada no sistema prisional. Dados do Infopen, sistema de estatísticas do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça, mostram que três em cada quatro presos brasileiros não foram além do Ensino Fundamental, sendo quase 4% deles analfabetos. Uma realidade difícil de reverter, na medida em que menos de um em cada dez consegue estudar enquanto cumpre a pena.
A oferta educacional dentro das unidades prisionais é dividida em duas categorias. As atividades formais envolvem alfabetização, Ensino Fundamental, Médio e Superior, além de cursos técnicos e de capacitação profissional. Programas de remição pela leitura e pelo esporte, somados a atividades culturais e de lazer, são consideradas complementares pelo Depen. De acordo com a Lei de Execução Penal, cada 12 horas de frequência escolar equivalem a um dia a menos de pena.
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