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Porto Alegre, quarta-feira, 05 de outubro de 2016. Atualizado às 12h33.

Jornal do Comércio

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Saúde

05/10/2016 - 12h31min. Alterada em 05/10 às 12h38min

Pílula do câncer entra na segunda fase de testes

Fosfoetanolamina sintética, conhecida como a pílula do câncer, Passará por novos testes

Fosfoetanolamina sintética, conhecida como a pílula do câncer, Passará por novos testes


Reprodução Facebook/JC
Agência Brasil
O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo começa, no próximo dia 10, a segunda fase de testes da fosfoetanolamina sintética, conhecida como a "pílula do câncer". Serão incluídos na pesquisa 20 pacientes com diferentes tipos de câncer. Dez já integram o estudo.
De acordo com Milena Mak, médica e pesquisadora do instituto, a primeira fase de testes, já finalizada, provou que o medicamento não é tóxico para as pessoas. Ela explica que ainda é precoce tentar avaliar se a pílula obteve eficácia contra a doença.
A previsão da médica é que após seis meses seja possível mensurar se a pílula é capaz de combater o câncer. Nessa fase, os pacientes serão avaliados a cada duas semanas, nos dois primeiros meses. Após esse período, o acompanhamento será mensal.
Caso os resultados se mostrem positivos, serão incluídos até mil novos pacientes, estratégia que permitirá melhor compreensão da droga, segundo os pesquisadores.
O instituto informa que recebeu da Fundação para o Remédio Popular cápsulas suficientes da substância para realizar a pesquisa. A sintetização da fosfoetanolamina foi feita pelo laboratório PDT Pharma, em Cravinhos, interior paulista. A Furp encapsulou a substância e entregou ao Icesp.
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