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Porto Alegre, domingo, 16 de outubro de 2016. Atualizado às 21h41.

Jornal do Comércio

Economia

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Turismo

Notícia da edição impressa de 17/10/2016. Alterada em 16/10 às 16h22min

Conventions Bureau lançam projeto de turismo integrado na Região Sul

Litoral catarinense é um dos principais destinos de argentinos e uruguaios

Litoral catarinense é um dos principais destinos de argentinos e uruguaios


C&VB /DIVULGAÇÃO/JC
Adriana Lampert
Integrar a Região Sul do Brasil como produto formatado, reunindo os principais destinos emissores dos três estados para comercialização nacional e na América Latina. Essa é a meta do projeto O Sul é Meu Destino, que será lançado durante o próximo Festival de Turismo de Gramado (Festuris), que ocorre de 3 a 6 de novembro, na cidade da Serra Gaúcha. A iniciativa reúne Conventions Visitors Bureau (CVB) do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, em parceria com o parque Beto Carrero World. As rotas irão incluir pacotes aéreos e rodoviários, que serão vendidos pelas principais operadoras do País.
Segundo o presidente do CVB Região das Hortênsias, Eduardo Zorzanello, no caso do Rio Grande do Sul, o foco principal são os visitantes argentinos e uruguaios. “A ideia é que estes turistas aproveitem mais os destinos gaúchos, permanecendo no Estado, sem que simplesmente apenas passem de carro pela Serra, Capital ou Região das Missões, rumo ao litoral de Santa Catarina, por exemplo.”
“Temos uma oferta turística muito boa, segmentada e qualificada em 130 roteiros de 27 regiões turísticas, envolvendo 294 municípios no Estado”, destaca o diretor de Turismo da Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Setur), Abdon Barretto Filho. “Um projeto como este só pode vir a agregar os negócios do setor”, elogia. O diretor da Setur destaca ainda que trabalhar a regionalização é fundamental, uma vez que o mercado turístico brasileiro “é altamente competitivo”. “Se conseguirmos unir os esforços, será ótimo.” Barreto afirma que, uma vez lançada, a iniciativa poderá contar com o apoio institucional da Secretaria.
Conforme informações da assessoria de comunicação do Parque Beto Carrero World, haverá participação dos governos estaduais, no que se refere ao aporte e abertura das fronteiras para o projeto. 
Na opinião do presidente do Sindicato da Hotelaria, Restaurantes, Bares e Similares da Região das Hortênsias, Fernando Boscardin, esta é uma iniciativa que “já devia ter sido tomada há mais tempo”, em todo o País. “É um projeto excelente, que fortalece os destinos, a exemplo do que ocorre no exterior”, comenta Boscardin. Ele cita a Região de Champagne, na França – que trabalha roteiros por onde visitantes podem conhecer diversas cavas em mais de uma cidade onde são produzidos os espumantes – para dar um exemplo de que a ideia funciona.
“Eles não vendem uma cidade só, eles vendem o destino, porque isso ajuda a pessoa a ficar mais tempo na região, distribuindo renda em vários lugares”, completa Boscardin. O dirigente opina que o projeto deve estimular a concorrência positiva do setor, uma vez que iniciativa privada e prefeituras deverão criar ambientes de turismo e de negócios para que cada cidade seja mais atraente. “É um negócio onde todos ganham, porque fortalece o conjunto do destino em geral, neste caso toda a Região Sul do País.”

Portal irá apresentar informações e dicas para os visitantes nos três estados brasileiros

Rotas vão promover mais de uma cidade, estimulando a concorrência positiva do setor
Rotas vão promover mais de uma cidade, estimulando a concorrência positiva do setor
RAFAEL DELAZZERI/DIVULGAÇÃO/JC
Adriana Lampert
Integrar a região Sul do Brasil como produto formatado, reunindo os principais destinos emissores dos três estados para comercialização nacional e na América Latina. Essa é a meta do projeto O Sul é Meu Destino, que será lançado durante o próximo Festival de Turismo de Gramado (Festuris), que ocorre de 3 a 6 de novembro, na cidade da serra gaúcha. A iniciativa reúne Conventions Visitors Bureau (CVB) do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, em parceria com o parque Beto Carrero World. As rotas irão incluir pacotes aéreos e rodoviários, que serão vendidos pelas principais operadoras do País.
Segundo o presidente do CVB Região das Hortênsias, Eduardo Zorzanello, no caso do Rio Grande do Sul, o foco principal são os visitantes argentinos e uruguaios. "A ideia é que estes turistas aproveitem mais os destinos gaúchos, permanecendo no Estado, sem que simplesmente apenas passem de carro pela Serra, Capital ou Região das Missões, rumo ao litoral de Santa Catarina, por exemplo."
"Temos uma oferta turística muito boa, segmentada e qualificada em 130 roteiros de 27 regiões turísticas, envolvendo 294 municípios no Estado", destaca o diretor de Turismo da Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Setur), Abdon Barretto Filho. "Um projeto como este só pode vir a agregar os negócios do setor", elogia. O diretor da Setur destaca ainda que trabalhar a regionalização é fundamental, uma vez que o mercado turístico brasileiro "é altamente competitivo". "Se conseguirmos unir os esforços, será ótimo." Barreto afirma que, uma vez lançada, a iniciativa poderá contar com o apoio institucional da secretaria.
Conforme informações da assessoria de comunicação do Parque Beto Carrero World, haverá participação dos governos estaduais, no que se refere ao aporte e abertura das fronteiras para o projeto. 
Na opinião do presidente do Sindicato da Hotelaria, Restaurantes, Bares e Similares da Região das Hortênsias, Fernando Boscardin, esta é uma iniciativa que "já devia ter sido tomada há mais tempo", em todo o País. "É um projeto excelente, que fortalece os destinos, a exemplo do que ocorre no exterior", comenta Boscardin. Ele cita a região de Champagne, na França - que trabalha roteiros por onde visitantes podem conhecer diversas cavas em mais de uma cidade onde são produzidos os espumantes - para dar um exemplo de que a ideia funciona.
"Eles não vendem uma cidade só, eles vendem o destino, porque isso ajuda a pessoa a ficar mais tempo na região, distribuindo renda em vários lugares", completa Boscardin. O dirigente opina que o projeto deve estimular a concorrência positiva do setor, uma vez que iniciativa privada e prefeituras deverão criar ambientes de turismo e de negócios para que cada cidade seja mais atraente. "É um negócio onde todos ganham, porque fortalece o conjunto do destino em geral, neste caso toda a região Sul do País."
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