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Porto Alegre, sexta-feira, 14 de outubro de 2016. Atualizado às 08h42.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

13/10/2016 - 18h49min. Alterada em 13/10 às 18h49min

Ouro fecha em alta em Nova Iorque diante de preocupações com China e fraqueza do dólar

Os contratos futuros de ouro fecharam em alta na sessão desta quinta-feira, 13, influenciados por dados mais fracos do que o esperado da balança comercial da China, o que gerou preocupações sobre a demanda global e, consequentemente, o impacto nas economias mundiais. Além disso, um enfraquecimento do dólar e dúvidas sobre o aumento de juros nos EUA contribuíram para o movimento comprador.
O ouro para dezembro, negociado na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), avançou 0,30%, a US$ 1.257,60 por onça-troy.
Dados oficiais divulgados hoje mostraram que as exportações chinesas caíram 10% em setembro, na comparação anual, o que provocou preocupações sobre a segunda maior economia do mundo e a demanda global. Diante disso, os investidores migraram dos mercados de risco e foram para os ativos considerados seguros, como o ouro e os títulos do Tesouro dos EUA. As importações da China, por sua vez, caíram 1,9%, na mesma comparação, revertendo o aumento de 1,5% registrado em agosto.
Considerados moedas de segurança, o iene e o euro se fortaleceram, abrindo espaço para queda do dólar, o que ajudou na alta do ouro. O metal é cotado na moeda dos EUA e, nesse caso, ele se torna mais barato para os detentores de outras divisas.
Outro ponto que favoreceu o ouro foi a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), que mostrou os dirigentes divididos sobre um aumento de juros no país. De acordo com o analista Robin Bhar do Société Générale, a falta de certeza sobre os EUA elevarem os juros em dezembro ajudaram o ouro a subir no mercado. "Um pouco de aversão ao risco teria ajudado o ouro a pegar alguns dólares aqui e ali", afirmou.
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Comentários
mengalvio dos santos 14/10/2016 08h33min
2018 será terrível para a economia mundial, com uma nova crise econômica, mais profunda que de 2008 e que se prolongara por muitos anos, pois são fortes os indícios da explosão da bolha chinesa, pois suas estatais entrarão em colapso, devido a insolvência em seus pagamentos.n