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Porto Alegre, terça-feira, 11 de outubro de 2016. Atualizado às 17h52.

Jornal do Comércio

Economia

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telecomunicações

Alterada em 11/10 às 17h56min

Kassab diz que expectativa do governo é que não haja intervenção na Oi

O ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, disse que a expectativa do governo é de que não seja necessária nenhuma intervenção na Oi, que está em processo de recuperação judicial. O governo também não tem planos de fazer qualquer injeção de recursos públicos na empresa.
"Nós não trabalhamos com essas hipótese (de intervenção)", comentou Kassab, mas acrescentou que "é obrigação da Anatel estar preparada", caso não dê certo o processo de recuperação. "Todo nosso esforço é no sentido de ajudar a empresa e encontrar uma solução", disse Kassab.
As declarações foram dadas após a cerimônia de posse do novo presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros. Em seu discurso, Quadros disse que a situação da Oi "prejudica a arrumação da economia brasileira, que no momento trata de reverter a lógica antiprivatização praticada nos últimos anos de mão pesada do Estado".
Juarez Quadros afirmou que o setor de telecomunicações precisa de regras claras e não intervencionistas, e que o interesse público e privado deve ser respeitado, sem um prevalecer sobre o outro. O novo presidente da Anatel aproveitou para criticar a falta de recursos da agência, o que a faz desempenhar "de forma sofrível suas competências".
Ele lembrou que o setor de telecomunicações no Brasil possui a 5ª maior rede do mundo e gera 500 mil empregos diretos, com receita de R$ 235 bilhões por ano, o equivalente a 4% do PIB.
Em cerimônia cheia no auditório da Anatel, Quadros saudou até a presença de seu "médico do coração", e se emocionou ao prestar homenagem à mãe, que morreu recentemente. Sobre a missão na Anatel, disse que "esta será a mais penosa, arriscada e desafiadora que terei em minha vida. Mas quem não corre riscos, nem enfrenta desafios, não faz nada".
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