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Porto Alegre, quarta-feira, 05 de outubro de 2016. Atualizado às 17h53.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria Naval

Notícia da edição impressa de 05/10/2016. Alterada em 05/10 às 12h10min

QGI retoma contratações no estaleiro de Rio Grande

Companhia foi contratada pela Petrobras para executar P-75 e P-77

Companhia foi contratada pela Petrobras para executar P-75 e P-77


ANTONIO PAZ/JC
Jefferson Klein
A QGI Brasil anunciou ontem o início das obras de construção e montagem dos módulos das plataformas de petróleo P-75 e P-77 (encomendadas pela Petrobras), no Estaleiro Honório Bicalho, no município de Rio Grande. Com a iniciativa, a companhia estima gerar mais cerca de 1,2 mil empregos diretos e aproximadamente outros 3 mil indiretos. Atualmente, a empresa já conta com um efetivo de mais de 300 trabalhadores que vinham executando serviços administrativos, planejamento, engenharia, suprimentos, logística e preparação e manutenção do estaleiro.
De acordo com nota distribuída pela QGI, o aumento do número de trabalhadores acontecerá de maneira gradual, conforme a necessidade e cada fase de andamento da construção. As duas plataformas deverão ser concluídas até o final de 2018. Porém, segundo uma fonte que acompanha os empreendimentos, enquanto a P-77 será implementada quase que totalmente no Estado, a maior parte da P-75 será feita na China.
A última vez que o Estaleiro Honório Bicalho teve mais de 1 mil pessoas atuando no complexo foi em 2013, quando chegou a ter em torno de 10 mil funcionários trabalhando nas plataformas P-55, P-58 e P-63. Nos últimos meses, a QGI recebeu centenas de materiais e equipamentos que começam agora a ser instalados nos módulos em construção em Rio Grande. Posteriormente, esses módulos serão integrados nas plataformas.
A QGI Brasil também reforça que priorizará a contratação de mão de obra local. No comunicado, a empresa afirma que, "em um momento de grandes conturbações políticas e econômicas no nosso País, o início dessa obra em Rio Grande é um verdadeiro privilégio para a cidade e para a QGI Brasil, e contribuirá diretamente para o desenvolvimento econômico e social da região e do município".
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Comentários
Ademir Leão 05/10/2016 17h42min
Aqui na Europa não existe um estaleiro com um dique seco como o de Rio Grande, capaz de construir as maiores obras navais da atualidade. Mesmo assim parece que os governos estadual e federal não aproveitam a oportunidade de construir naquela cidade navios do porte dos transatlânticos que são feitos, por exemplo, na Finlândia.nNão percebem a dádiva e o filão que é Rio Grande, localizada numa região super estratégica para empreendimentos desse porte. Isso entristece os brasileiros da Europa.n