Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 30 de setembro de 2016. Atualizado às 11h48.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Segurança

Notícia da edição impressa de 30/09/2016. Alterada em 30/09 às 11h53min

Após novo parcelamento salarial, servidores promovem paralisação

Servidores se reúnem em frente ao prédio do Tribunal de Justiça na Capital

Servidores se reúnem em frente ao prédio do Tribunal de Justiça na Capital


Marcelo G. Ribeiro/JC
Trabalhadores do setor de segurança, ligados ao chamado Bloco da Segurança Pública, programaram uma paralisação para esta sexta-feira, em protesto contra o parcelamento de salários por parte do governo gaúcho. Além de cruzar os braços, os servidores convocaram manifestações em frente aos prédios do Judiciário em todo o Estado, como forma de pedir ação jurídica contra o governo de José Ivo Sartori. Em Porto Alegre, os servidores protestam diante do prédio do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS).
Para explicar o modelo do protesto, os trabalhadores mencionam decisões judiciais que teriam sido descumpridas pelo governo estadual. Entre elas estão uma liminar, de 2015, que obrigava o governo estadual a pagar integralmente os salários do funcionalismo e outra decisão, de maio deste ano, que exigia a remoção de presos que aguardam dentro das delegacias por vagas no sistema prisional.
De acordo com o Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Rio Grande do Sul (Ugeirm-RS), a paralisação deve durar 15 horas, se iniciando às 6h de sexta-feira. Até as 21h, a previsão da Ugeirm-RS é de manter a operação-padrão, atendendo apenas aos casos graves. O Sindicato dos Servidores da Polícia Civil também emitiu orientação semelhante.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia