Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 15 de setembro de 2016. Atualizado às 23h27.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Greve

Notícia da edição impressa de 16/09/2016. Alterada em 15/09 às 22h31min

Bancários caçam 'Bankemons' no Centro de Porto Alegre

Presentes arremessavam bolas para "capturar" bonecos

Presentes arremessavam bolas para "capturar" bonecos


JONATHAN HECKLER/JC
Inspirados pelo jogo eletrônico Pokémon Go, o Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) promoveu, nesta quinta-feira, uma Caçada de Bankemons. O ato, ocorrido em frente à direção geral do Banrisul, comparava os banqueiros aos personagens do jogo e buscava sensibilizar a população para as demandas da categoria, que completou dez dias em greve nacional.
Três bonecos, usando cartolas e carregando sacolas de dinheiro falso, promoviam uma representação lúdica dos problemas que incidem sobre a categoria. Para imitar a mecânica do jogo, foram distribuídas bolas de plástico aos presentes, como forma de "capturar" os Bankemons. Os bonecos foram desenhados pelo chargista Augusto Bier e produzidos pela Cia. Caixa do Elefante Teatro de Bonecos de Porto Alegre.
Os bancários pedem reajuste salarial com aumento real, somando cerca de 14,5% de reajuste, além de reajuste na participação dos lucros, mudança no piso salarial e aumento no vale-alimentação. Eles também exigem que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) tome iniciativas para dar fim às metas abusivas e a adoção de medidas contra o assédio moral dentro das agências.
O presidente do SindBancários, Everton Gimenis, descreve como "intransigente" a postura das instituições financeiras até o momento. A mais recente contraproposta, apresentada na terça-feira, prevê aumento de 7% e um abono de R$ 3.300,00 em parcela única. De acordo com os bancários, o proposto não repõe a inflação do período e é insuficiente para uma negociação efetiva. "O que nós esperamos dos bancos é seriedade, uma proposta respeitável, que se possa discutir. Até agora, ficaram apenas se justificando", lamenta.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia