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Porto Alegre, quarta-feira, 07 de setembro de 2016. Atualizado às 21h24.

Jornal do Comércio

Geral

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Greve

07/09/2016 - 18h19min. Alterada em 07/09 às 21h27min

Greve dos bancários afeta atendimento em 245 agências na Capital e Região Metropolitana

Concentração de grevistas ocorreu principalmente na Praça da Alfândega, em Porto Alegre

Concentração de grevistas ocorreu principalmente na Praça da Alfândega, em Porto Alegre


Anselmo Cunha/SindBancários/Divulgação/JC
Após deflagrar greve nacional, os bancários têm nesta sexta-feira (9) negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Em Porto Alegre e região, a paralisação que começou na terça-feira (6) atingiu 246 agências, segundo balanço do Sindbancários. O movimento continua nesta quinta-feira (8).
Segundo a entidade, a agenda prevista para as 11h com a Fenaban, em São Paulo, foi encarada como primeiro efeito do movimento. O Sindbancários espera aumentar a adesão nesta quinta com mais agências fechadas. Na Capital, as pessoas encontraram agências sem atendimento, apenas com serviços de auto-atendimento, mas em muitos casos houve problema de falta de dinheiro. Depósitos em envelopes com dinheiro ou cheque nos terminais não foi possível. A greve também afeta a área dos bancos que faz a coleta e registra a operação.
“O primeiro dia da nossa greve foi muito forte. Podemos afirmar que os banqueiros da Fenaban pagaram para ver e sentiram que a proposta indignou a nossa categoria em todo o País”, advertiu, em nota, o presidente do Sindbancários, Everton Gimenis.
A proposta feita pelos bancos prevê reajuste de 6,5%, três pontos percentuais abaixo da inflação, e abono de R$ 3.000,00. O Sindbancários alega que o setor bancário tem condições de melhorar o índice.
Levantamento da entidade aponta que os cinco maiores bancos (Banco do Brasil, Caixa, Itaú, Santander e Bradesco) somaram lucro de R$ 29,7 bilhões no primeiro semestre de 2016. Desde 2013, o setor cortou cerca de 23 mil empregos, 7 mil somente nos últimos 12 meses. 
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