Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 30 de setembro de 2016. Atualizado às 19h38.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 30/09 às 19h38min

Dólar sobe ante iene e recua ante euro com alívio de preocupações com o Deutsche

O dólar recuou em relação ao euro e subiu ante o iene nesta sexta-feira (30), reagindo a diferentes movimentos do mercado, como o alívio das preocupações com o Deutsche Bank e as expectativas em relação ao aumento dos juros nos EUA. Comparado a outras moedas, o dólar não teve um movimento único e se manteve misto.
Ao final da tarde em Nova Iorque, perto do horário de fechamento de Wall Street, o dólar subia a 101,40 ienes, de 101,07 ienes ontem, enquanto o euro avançava a US$ 1,1236, de US$ 1,1220.
A alta em relação ao iene pode ser explicada pelas expectativas relacionadas à possibilidade de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) eleve os juros em dezembro. Os investidores estão divididos e a perspectiva de que as taxas permaneçam baixas por algum tempo tendem a pressionar a moeda norte-americana, tornando-a menos atrativa para investidores que buscam lucro por meio de juros.
Comentários recentes de dirigentes do Fed sobre o ritmo da elevação de juros nos EUA foram mistos, com alguns dirigentes indicando um desejo por aperto monetário, enquanto outros enfatizam a necessidade de paciência, como o presidente da unidade de Dallas do Fed, Robert Kaplan, que hoje reiterou suas ideias de que a economia não está superaquecendo.
Enquanto isso, a moeda europeia se recuperou após a agência AFP afirmar que o Deutsche Bank estaria próximo de fechar um acordo com o Departamento de Justiça dos EUA para reduzir a sanção imposta pelo órgão de US$ 14 bilhões para US$ 5,4 bilhões.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia