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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de setembro de 2016. Atualizado às 08h43.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 29/09 às 08h43min

Bolsas da Ásia e Pacífico têm alta generalizada, em reação a acordo da Opep

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam em alta generalizada nesta quinta-feira (29), após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) chegar ontem a um inesperado acordo preliminar para reduzir sua produção, que poderá ser finalizado em novembro.
Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 1,39%, a 16.693,71 pontos, enquanto na China, o Xangai Composto avançou 0,36%, a 2.998,48 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve alta de 0,39%, a 1.985,92 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng mostrou valorização de 0,51%, a 23.739,47 pontos.
Ontem, representantes da Opep anunciaram que o grupo pretende cortar sua produção combinada de petróleo para o intervalo de 32,5 milhões a 33 milhões de barris por dia, de 33,2 milhões de barris diários em agosto. O cartel, no entanto, não deverá implementar o plano antes de novembro, quando fará uma reunião de cúpula.
Em reação à notícia da Opep, os contratos de petróleo dispararam mais de 5% nos negócios de quarta-feira, assegurando o maior ganho diário desde abril.
Entre empresas ligadas ao setor de energia, os papéis das petrolíferas japonesas Inpex e Japan Petroleum Exploration saltaram 5,7% e 8,8% em Tóquio, respectivamente.
Alguns analistas, no entanto, temem que a Opep não consiga seguir adiante com o acordo. Uma iniciativa anunciada em abril, para congelar a produção, acabou fracassando após a desistência da Arábia Saudita.
Em outras partes da Ásia, o Taiex subiu 0,83% no mercado taiwanês, a 9.270,90 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,76% em Seul, a 2.068,72 pontos, e o filipino PSEi registrou alta de 1,69%, a 7.714,86 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana foi igualmente favorecida pela novidade da Opep e o S&P/ASX 200 avançou 1,1% em Sydney, a 5.471,30 pontos, o maior nível de fechamento desde 30 de agosto.
O índice australiano foi impulsionado tanto por petrolíferas, como Oil Search (+7%) e Woodside Petroleum (+7,3%), quanto por mineradoras, incluindo BHP Billiton (+4,7%) e Rio Tinto (+3,7%).
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