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Porto Alegre, terça-feira, 27 de setembro de 2016. Atualizado às 14h58.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 27/09 às 14h59min

Bolsas europeias fecham em queda, pressionadas pela desvalorização do petróleo

As principais bolsas da Europa fecharam em queda nesta terça-feira (27) pressionadas pela desvalorização do petróleo e por renovado temor em relação ao setor bancário. A commodity caiu com força, reagindo a várias declarações de autoridades do setor de energia que estão reunidas na Argélia para o Fórum Mundial de Energia.
Amanhã, uma reunião informal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) deve trazer mais volatilidade para o petróleo, já que há especulações de que seja firmado um acordo para sustentar os preços dos barris. No entanto, a postura da maioria dos investidores é de ceticismo, já que outras tentativas de acordo nesse sentido falharam nos últimos meses.
O setor bancário teve mais um dia de temores relacionados às sanções que o Departamento de Justiça dos EUA pretende dar a algumas instituições que realizaram operações ilegais no país. Ontem, o Deutsche Bank foi o mais afetado e teve queda de mais de 7%.
Em meio a esse cenário de instabilidade, o índice pan-europeu Stoxx 600 fechou quase estável, em alta de 0,06%, aos 340,19 pontos.
Em Londres, as petroleiras e mineradoras tiveram fortes quedas, seguidas de perto pelo setor bancário. O FTSE 100 recuou 0,15%, aos 6.807,67, com o banco Standard Chartered liderando as perdas do índice caindo 2,49%. Entre o setor de energia, a BP recuou 0,88%, enquanto a Tullow Oil perdeu 3,31%.
Frankfurt recuou 0,31%, aos 10.361,48, influenciada também pelo noticiário corporativo. A Lufthansa perdeu 3,10% depois de adiar o lançamento de 500 milhões de euros em títulos de dívida. Destoando da forte queda de ontem, o Deutsche Bank fechou estável após o Departamento de Justiça dos EUA dizer que os bancos poderiam reduzir suas penas se cooperarem com sondas de títulos hipotecários.
Em Paris, o CAC-40 recuou 0,21%, aos 4.398,68 pontos, influenciado pela queda das commodities. A siderúrgica ArcelorMittal foi a que teve maior recuo, de 1,94%, seguida pela Technip, que caiu 1,72%.
O FTSE Mib, de Milão, teve mais um dia influenciado por bancos, recuando 0,36%, aos 16.134,71 pontos. Entre as ações mais negociadas, as do Intesa Sanpaolo tiveram recuo de 1,27%, enquanto os papéis do UniCredit caíram 1,84%. Na contramão, o Monte dei Paschi di Siena avançou 1,67%.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,27% e foi aos 8.688,20 pontos. Já o PSI 20, de Lisboa, foi o que teve maior queda porcentual, de 1,01%, chegando aos 4.520,61 pontos. 
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