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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de setembro de 2016. Atualizado às 17h38.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 22/09 às 17h40min

Petróleo sobe, impulsionado por recuo do dólar e queda de estoques do DoE

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pelo recuo do dólar ante outras moedas. A queda surpreendente dos estoques dos barris de petróleo contabilizados pelo Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos também ajudou a elevar os preços.
O contrato para novembro do WTI negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 2,16%, a US$ 46,32 por barril. Já o Brent negociado na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, avançou 1,75%, fechando a US$ 47,65 por barril.
A queda do dólar, motivada pela decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) de manter os juros na faixa de 0,25% a 0,50% ontem, tornou o petróleo, que é cotado na moeda norte-americana, mais atrativo a compradores que utilizam outras divisas.
Além disso, o balanço semanal divulgado pelo DoE ontem mostrou que os estoques de petróleo bruto caíram 6,2 milhões na semana encerrada em 16 de setembro, contrariando as previsões de alta de 3,3 milhões.
A alta, contudo, pode ter vida curta, segundo Gene McGillian, gerente de pesquisa na Tradition Energy. O mercado pode começar a vislumbrar uma potencial alta de juros no fim do ano e, apesar da queda surpreendente dos estoques nesta semana, eles ainda estão 11% acima dos níveis de um ano atrás.
"Até que nós realmente vejamos sinais de que o excesso nos estoques está se dissipando, o mercado terá problemas para sustentar movimentos como esse", disse McGillian.
Os analistas também estão observando a probabilidade de os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) chegarem a um acordo para congelar a produção. Na semana que vem, um encontro informal deve discutir as linhas gerais de um pacto. Alguns países, como Rússia e Irã, se mostraram abertos a conversar, mas a maioria dos investidores permanece cética de que um acordo será alcançado.
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