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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de setembro de 2016. Atualizado às 19h23.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 16/09 às 19h23min

Petróleo fecha em queda com retorno das atenções para o excesso de oferta

Os contratos futuros de petróleo encerraram em queda nesta sexta-feira (16), pressionados por temores renovados sobre o excesso mundial de oferta em meio à alta das exportações da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a alta dos estoques de destilados nos Estados Unidos.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril WTI para outubro fechou em queda de 2,01%, a US$ 43,03, enquanto na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para novembro recuou 1,76%, a US$ 45,77 por barril.
Analistas e operadores apontaram para uma provável alta dos estoques mundiais por causa da produção de membros da Opep. Hoje, a Royal Dutch Shell e a Exxon Mobil anunciaram que pretendem reiniciar a exportação da produção nigeriana, que tinha sido interrompida por causa da ação de militantes no país. Ao mesmo tempo, a Líbia também pretende retomar as vendas ao exterior.
"Um argumento fundamental para a queda dos preços continua a ser a alta dos estoques mundiais em meio a uma produção da Opep perto de seus níveis recordes e uma produção norte-americana também maior do que se esperava", disse Jim Ritterbusch, presidente da consultoria Ritterbusch & Associates.
Esta semana, o Departamento de Energia (DoE) anunciou também um grande avanço dos estoques de destilados no país, mais que superando a pequena queda dos estoques de petróleo bruto.
Para a corretora Sucden Financial, quem tem a expectativa de que a Opep pode oferecer algum suspiro apesar do contexto global de excesso de produção irá se desapontar. "Olhando para o histórico recente do cartel, vemos que ele tem o hábito de construir expectativa apenas para destruí-las por causa do interesse próprio de alguns membros, que preferem manter a produção diante do risco de perder a fatia de mercado."
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