Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 14 de setembro de 2016. Atualizado às 12h14.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Crédito

14/09/2016 - 10h52min. Alterada em 14/09 às 12h14min

Demanda do consumidor por crédito sobe 7,4% em agosto ante julho, diz Serasa

Nos primeiros oito meses do ano, a demanda teve alta de 1,7% em relação ao mesmo período de 2015

Nos primeiros oito meses do ano, a demanda teve alta de 1,7% em relação ao mesmo período de 2015


RAQUEL CAMARGO VIA VISUALHUNT.COM /DIVULGAÇÃO/JC
A demanda do consumidor por crédito subiu 7,4% em agosto ante julho e avançou 1,9% na comparação com agosto do ano passado, segundo pesquisa da Serasa Experian. No acumulado dos primeiros oito meses do ano, a demanda teve alta de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
De acordo com os economistas da Serasa, o forte avanço na margem foi beneficiado pela maior quantidade de dias úteis em agosto. "Desconsiderando o efeito-calendário, a demanda do consumidor por crédito ainda continua bastante enfraquecida", dizem os analistas em relatório.
Na divisão por faixa salarial, o maior aumento em agosto foi verificado entre os que ganham até R$ 500 (+9,7% na margem), seguido da faixa entre R$ 500 e R$ 1.000 (+9,0%), para aqueles que ganham mais de R$ 10.000 (+6,5%) e de R$ 1.000 a R$ 2.000 (+6,4%). Entre aqueles com renda de R$ 2.000 a R$ 5.000 o crescimento foi de 5,1%. Já na faixa de R$ 5.000 a R$ 10.000 houve elevação de 4,9%.
Na avaliação por regiões geográficas, o Sul liderou o crescimento (+10,9%), seguido por Nordeste (+8,2%), Sudeste (+6,6%), Centro-Oeste (+5,7%) e Norte (+3,6%).
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia